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A Assembleia Geral da Federação Portuguesa de Râguebi (FPR) aprovou esta semana o Relatório de atividades e contas de 2020 com um lucro de cerca de 2.000 euros, apesar de um aumento acentuado dos custos devido à Covid-19.

Mas, o Presidente da FPR referiu uma dívida de “cerca de 50 mil euros” ao Stade Français, clube proprietário do Estádio Jean Bouin onde se realizou o Portugal-Geórgia do Europe Championship 2020, “decorrente de a receita de bilheteira ter sido muito inferior ao expectável” por o jogo se ter realizado no fim de semana “em que foi decretado o primeiro confinamento” na capital francesa.

Carlos Amado da Silva explicou, também, que a FPR continua a negociar com a Mairie de Paris o “esperado apoio que não se concretizou” e que foi apresentada à World Rugby e à Rugby Europe “documentação comprovativa” dos prejuízos causados pela pandemia no sentido de obter um “eventual apoio”.

O desafio em Paris foi, portanto, “um sucesso desportivo, que se traduziu num fiasco financeiro”, prosseguiu o dirigente, explicando que, devido à pandemia, “os bons resultados desportivos” não foram suficientes para impedir a “fuga de patrocinadores tradicionais, designadamente a Caixa Geral de Depósitos e a Superbock”, devido à pandemia.

Os 17 delegados presentes na reunião aprovaram por unanimidade o saldo positivo de 2.156,24 euros, resultado obtido apesar dos cerca de 200 mil euros gastos que não estavam previstos no orçamento.

Segundo Carlos Amado da Silva, o râguebi português perdeu “cerca de 80% dos jogadores não seniores” que se encontravam inscritos na FPR.

 

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