LusoJornal | Carlos Pereira

Misericórdia de Paris e Câmara de Comércio Franco-Portuguesa assinaram Protocolo no Consulado de Paris

A Santa Casa da Misericórdia de Paris (SCMP) e a Câmara de Comércio e Indústria Franco-Portuguesa (CCIFP) assinaram ontem à tarde, no Consulado-Geral de Portugal em Paris, um Protocolo de colaboração com o objetivo de “facilitar a integração profissional de nacionais que fazem apelo à SCMP para encontrar trabalho”.

O evento teve lugar nos Salões Eça de Queirós do Consulado português em Paris na presença da Cônsul Geral Mónica Lisboa e de vários empresários portugueses. Na sala estava também o diplomata da Embaixada de Portugal em Paris Hélder Joana, a Cônsul Geral Adjunta Mafalda Paiva de Oliveira e o antigo Deputado e antigo Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas Carlos Gonçalves, entre muitos outros convidados.

Em jeito de introdução, Mónica Lisboa destacou as “sinergias” que levaram à assinatura deste Protocolo, evocando o “espírito de solidariedade dos Portugueses e de Portugal”.

Por seu lado, Ilda Nunes, a Provedora da Santa Casa da Misericórdia de Paris, agradeceu a presença e confessou que “estarem connosco dá-nos forças para avançar”.

“Há muitos anos que este Protocolo devia ter sido assinado, até porque quando alguém necessita e recorre a nós, nós temos recorrido à Câmara de comércio. Por isso, já é algo que temos vindo a fazer” lembrou a Provedora. “Este Protocolo serve, pois, para oficializar e formalizar este processo”.

Por seu lado, o Presidente da Câmara de Comércio e Indústria Franco-Portuguesa, Carlos Vinhas Pereira, referiu que “esta formalização é importante” e lembrou que, “embora o período não esteja a ser o melhor, por vezes há empresas que procuram trabalho e, mesmo se esta não é a razão principal para a Câmara de Comércio, seria bom se ajudássemos os empresários a encontrar colaboradores e ajudássemos as pessoas que necessitam de encontrar trabalho. E o facto de serem portugueses não é negativo, bem pelo contrário”.

“Vou fazer tudo para que este Protocolo seja um sucesso para todos, sobretudo para quem necessita” concluiu Carlos Vinhas Pereira.

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