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Nathalie de Oliveira disse ao LusoJornal que quer ser cabeça de lista pelo PS se o Presidente da República anunciar amanhã a dissolução do Parlamento e a marcação de novas eleições.

“Claro, vou ser candidata [ndr: à candidatura] e vou defender o facto de ser cabeça de lista pelo círculo da Europa. Não há razão nenhuma para não defender esta opção” disse Nathalie de Oliveira na segunda-feira, na Tertúlia do LusoJornal, em que participa todas as semanas. “Isto pode não acabar assim, mas eu vou defender a minha candidatura, em nome do PS, nem só por fazer, em carne e osso, parte desta história das Comunidades, mas também pela experiência que adquiri ao longo de 15 anos, com alguma projeção e uma forma de definir o que é ser português no estrangeiro”.

Mas Nathalie de Oliveira defende sobretudo que os dois Deputados por este círculo eleitoral – Paulo Pisco (PS) e Carlos Gonçalves (PSD) – deviam passar o testemunho.

“Ainda não sabemos qual é a vontade dos Deputados, se é de continuar ou não. Creio que os dois nasceram no mesmo ano, fizeram 60 anos, já têm 4 ou 5 mandatos, uma vida dedicada ao Parlamento, agora podem pensar que é tempo de deixar o lugar a uma nova geração” disse Nathalie de Oliveira. “Se há eleições é uma altura certa, tanto para um como para o outro, de cederem o lugar. É altura de passar o testemunho”.

Mas a antiga autarca de Metz, que já foi candidata em França às eleições Municipais, Regionais e Legislativas, e que é a atual suplente do Deputado Paulo Pisco na Assembleia da República portuguesa, também sabe que “se o objetivo para o PS é de ter mais Deputados, ter maioria absoluta, é melhor apostar em pessoas conhecidas”.

O Presidente da República deve falar amanhã ao país para anunciar a sua decisão, mas se houver eleições, Nathalie de Oliveira já prevê “dificuldades enormes” para fazer campanha. Diz que vai ser necessário tomar decisões muito rapidamente para depois “entrar no terreno uma semana antes do Natal e de trabalhar depois das festas de fim de ano”.

A candidata à candidatura já teve a experiência das últimas eleições e garante que “é difícil” fazer campanha durante este período do ano em que as pessoas estão mais preocupadas em comemorar Natal e o fim do ano em família. “Vai ser péssimo” prevê.

 

Ver a Tertúlia AQUI.

 

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