[pro_ad_display_adzone id=”46664″] Pela vida eu andei Já fui o que não posso ser, Já vivi o que não posso viver. Pela vida andei só e perdido, Num mundo que foi sempre
[pro_ad_display_adzone id=”46664″] António Barbosa Topa é poeta, com vários livros de poesia publicados, mas também foi militante antifascista em Portugal, foi funcionário do então Instituto de Apoio à Emigração e às Comunidades
Portugal no Coração Portugal, terra das mil e uma paisagens, Que eu guardo na minha memória. País que está nas minhas viagens, E me reconta toda a sua história… Lá longe
Anda soldado Anda Soldado, Despede-te de quem amas Toma a tua arma, e segue. Depois, ouvirás o metralhar do inimigo. E tu não terás medo, porque os soldados, renascem com a
“Sou um outro depois que me encontrei” Sou aquele que escreve duas ou três palavras, Tudo que procurava estava no meu interior. Posso escrever debaixo de um céu Azul, Como o posso
Souhait Ce matin j’ai croisé une licorne masquée et un homme apparemment bien né tripotant dans ses mains le masque qu’il devrait porter. J’ai demandé à la licorne de semer la
O Largo de São Salvador, em Coimbra, vai acolher no sábado à noite uma batalha de poesia falada, que é produzida exclusivamente por mulheres e na qual apenas podem participar poetisas. No
Aurore de crépuscule Aurores de mes vies, l’aube ne suffit plus à éclairer, L’aurore de mes nuits, en tes grands rêves émiés. Sur les rives de l’incertitude, je me suis avancé,
Petit matin brumal en rêve Je puise mes pensées dans mes racines, Du bord de mer j’imagine. Ce petit goût de sel l’air de rien, Me donne l’espoir du lendemain.
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