L’émigré Je viens d’un joli pays Une valise à la main Imprégné de mélancolie Je cherche mon destin. Je resterai son fruit D’ailleurs j’ai son teint Le soleil m’a bruni
Páscoa Pregado numa cruz à dois mil anos morria Jesus dizem por amor por cada homem que faz o homem?! a guerra continua quanta escravidão… as crianças ainda morrem
Catedral Imortal (Notre-Dame de Paris) Símbolo de oração e fé Sofreste as labaredas do inferno Que quis destruir o eterno Triste sinal de premonição Em tempo de ressurreição Do bom Jesus
Caravela Quem plantou em mim Esta saudade sem fim; Verde, Vermelha, Ilusão Ventura pr’além do mar! Óh gente do meu País! Tão longe de ti Perto aqui no meu peito:
Introspeção Num acordar de inocências sem destreza, Nas gavetas da minha infância por sorrir, Pés descalços na pobreza Um amanhã que teimava não se abrir. Todo o desalinho do que
Notre Dame de Paris Guerra… Guerras… passaste por elas… abrigaste fugitivos foste refúgio do doente acolheste a lágrima do inocente deixaste os maiores por ti passar… na dor… no orgulho… no
Bagage Je porte un bagage Dans mon cœur Bercé par mon enfance; Il est encre de ma vie Refuge de mes silences Nostalgie de mes rêves Diamant de mes fantaisies…
Sabia?! A loucura ainda fremia em cada poro do corpo ela não sabia se era amor que a entontecia ou a dor duma cumplicidade que teimava em chamar amizade e instantaneamente
Des vœux Pourrais-tu me donner la main Rien qu’une fois par mois Tous les lundis, un peu de pain Et chaque jour, un peu de foi. Voudras-tu m’aider dans le
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