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A Praça-forte de Almeida, encontra-se na vila do mesmo nome, não muito longe da Vilar Formoso. A atual estrutura foi construída no contexto da Restauração da independência de Portugal (1640), quando, revalorizada a sua posição estratégica.

No contexto das invasões napoleónicas em Portugal, e a caminho do Buçaco, Almeida é cercada por tropas francesas, sob o comando do general Massena (25 de julho – 28 de agosto de 1810). A caminho da retirada das forças francesas de Portugal, foi a 10 de maio de 1811, sob o fogo da artilharia francesa que o paiol de pólvora explodiu arrasando o velho castelo medieval e parte da vila.

Durante o período das Guerras Liberais (1832-1834), mais uma vez a Praça-forte de Almeida foi palco de confrontos pela sua posse, que se alternou entre Absolutistas e Liberais.

Em agosto de 2009, no âmbito das comemorações anuais do cerco de Almeira em 1810, foi inaugurado um Museu histórico-militar nas antigas casamatas, ocupando sete salas, cada uma dedicada a um tema, desde a pré-história, a Guerra da Restauração (1640-1668), as Guerras Peninsulares (1807-1814), a Guerra Civil Portuguesa (1828-1834), até à Primeira Guerra Mundial (1914-1918).

Hoje, Almeida goza do estatuto de “Aldeia Histórica de Portugal”.

 

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