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O 4º domingo do tempo Pascal é chamado “Domingo do Bom Pastor”, pois a liturgia propõe-nos, todos os anos, um trecho diferente do 10º capítulo do Evangelho de S. João, onde Jesus se apresenta com esse título e dirige-nos uma importante mensagem de esperança.

É verdade, os tempos são difíceis… a estrada tem muitos obstáculos… mas a coragem dos discípulos não vem da vida fácil, mas sim da certeza. Certeza de que Cristo vence tudo o que oprime o homem; certeza de que Ele vive e reina; certeza de que não abandona a sua Igreja.

É verdade que não O podemos ver, mas isso não significa que não O possamos escutar. Onde quer que estejamos, um simples momento de silêncio orante pode revelar a presença do Senhor: «As minhas ovelhas escutam a minha voz». E reconheceremos a Sua voz, sobretudo, se conhecermos a sua Palavra e a meditarmos com assiduidade.

Porém, o Bom Pastor não é apenas alguém que chama: é também uma mão que guia e protege. Confiamos que ninguém nos poderá separar do seu Amor, pois somos o rebanho que o Pai confiou ao Filho «e ninguém pode arrebatar nada da mão do Pai. Eu e o Pai somos um só».

Mas se o Senhor nos assegura a Sua presença e nos defende com a Sua mão, isso não significa que nos possamos distrair ou deixar adormecer: «Eu conheço as minhas ovelhas e elas seguem-Me». Por Cristo, com Cristo e em Cristo entrámos na intimidade de Deus Pai. E tal como Ele, também nós somos enviados, todos os dias e a todas as nações, pois a Palavra dita a São Paulo (e que escutaremos na primeira leitura) é repetida hoje a cada um de nós: «Estabeleci-te como luz dos povos, para levares a salvação até aos confins da Terra».

 

 

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