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No próximo domingo celebraremos a Festa do Batismo do Senhor, uma excelente ocasião para refletirmos sobre o sentido do nosso próprio batismo…

Podemos dizer que o batismo é o primeiro dia de uma nova vida, o primeiro passo de uma longa caminhada. Aliás, não devemos pensar que basta batizar e «Já está!»: a fé é como um músculo! Se nunca fazemos ginástica, se não nos aplicamos em exercícios regulares, um dia, quando precisarmos da força da fé, vamos encontrar apenas bíceps atrofiados que não nos podem ajudar.

Celebração frequente da Eucaristia… Catequese, retiros e cursos bíblicos… Confissão e direção espiritual… Participação ativa na vida da paróquia… Oração comunitária e pessoal… Estes são alguns dos “exercícios” que ajudam a robustecer a nossa fé!

No entanto, se os treinos forem esporádicos, dificilmente obteremos bons resultados. Aliás, a falta de perseverança é contraproducente: nunca vos aconteceu ir jogar uma “peladinha” com os amigos, depois de muito tempo sem fazer exercício, e acordar no dia seguinte tão doridos que nem se conseguem mexer? Uma missa solitária, depois de meses e meses de abstinência, pode produzir resultados semelhantes, ou pelo menos, levar algumas pessoas a exclamar «Que canseira! Nunca mais!».

Uma vez, de vez em quando, serve de pouco, ou de nada. É na constância e na fidelidade que se descobre o valor e a beleza desta “ginástica”. Nunca sentiremos a alegria de ver nascer os frutos se não acreditamos no valor da perseverança. É uma regra que vale para o nosso caminho espiritual, mas também, para tantas outras coisas na nossa vida.

 

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