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Ao longo dos séculos, o domingo após a Páscoa conheceu muitos nomes…

O título “Festa de Quasímodo” (que a alguns recordará o trágico personagem criado por Victor Hugo) evocava as primeiras palavras latinas da antífona de entrada daquele dia: Quasi modo geniti infantes… («Como crianças recém-nascidas…»).

Muitos ainda se referem a este dia como “Domingo in Albis”, porque antigamente os adultos batizados durante a Vigília Pascal, apresentavam-se ao bispo, uma semana depois, com as suas vestes cândidas – in albis vestibus – para mostrarem que se esforçavam por viver/manter a pureza recebida no batismo.

Há várias outras denominações (Domingo da Oitava de Páscoa, Pascoela, Domingo de São Tomé, etc.) mas a mais recente tem apenas vinte e um anos: Domingo da Divina Misericórdia. Durante o grande jubileu do ano 2000, o Papa João Paulo II instituiu a festa da Divina Misericórdia, após a canonização da freira e mística polaca Santa Faustina Kowalska.

Nas palavras da própria santa: «o amor de Deus é a flor e a misericórdia é o fruto»! Mas esta devoção não se explica apenas com os textos e a vida de Faustina, a “apóstola da Divina Misericórdia”. Ela encontra a sua raiz no Novo Testamento, tal como nos recorda a primeira epístola de São Pedro: «Bendito seja Deus, Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, que, na sua grande misericórdia, nos fez renascer, pela ressurreição de Jesus Cristo de entre os mortos, para uma esperança viva, para uma herança que não se corrompe, nem se mancha, nem desaparece».

Contudo, não nos esqueçamos: qual é a melhor maneira de louvar a misericórdia de Deus? Testemunhando-a aos irmãos!

 

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