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Um dia um homem (um doutor da Lei) colocou a Jesus esta questão: «o que devo fazer para chegar à vida eterna?»

Jesus perguntou-lhe «Que está escrito na Lei? – e ele respondeu – Amarás o Senhor teu Deus com todo o teu coração e com toda a tua alma, com todas as tuas forças e com todo o teu entendimento; e ao próximo como a ti mesmo».

Jesus sabia que ele sabia: a resposta está correta! E nós também a conhecemos… mas não basta conhecê-la: é preciso atuá-la, vivê-la. É preciso amar! No entanto, tal como muitos de nós, também o doutor vacila, amedronta-se e imediatamente procura justificar-se: «Quem é o meu próximo?»

Quantas vezes na nossa vida de fé somos “atormentados” com esta e outras questões… «Será que me devo interessar? Será que devo/posso/consigo fazer alguma coisa para ajudar aquela pessoa? E o que é isso do amor ao próximo? Até onde se deve ir? É preciso exagerar?»

Jesus responde(-nos) com a famosa parábola do “bom samaritano”: um homem foi atacado por salteadores e deixado caído na berma da estrada. Ninguém o ajuda, exceto um estrangeiro, um samaritano (um “infiel”, segundo a teologia judaica daquele tempo). Jesus conclui a parábola dizendo ao doutor da Lei que o interrogara: «Vai e faz o mesmo».

A conclusão é óbvia: para alcançar a vida eterna é preciso amar a Deus e amar o próximo. O “próximo” é qualquer um que necessita de nós, qualquer irmão caído nos caminhos da vida que necessita, para se levantar, da nossa ajuda e do nosso amor. E se há um limite (e infelizmente há) é aquele “muro” com o qual Deus Pai por vezes também se depara: não podemos ajudar quem não quer ser ajudado. Mas podemos amar. Podemos amar sempre.

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