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No próximo domingo, dia 20, com uma parábola que nos fala de um juiz iníquo e de uma viúva obstinada, Jesus ensina-nos o valor da oração perseverante, constante e cheia de confiança: se até mesmo um juiz mau e “surdo” acaba por escutar os pedidos de uma mulher teimosa e insistente, quanto mais Deus (o Pai misericordioso!) escutará os que O procuram incansavelmente.

Mas rezar para quê, se acreditamos que o «Pai celeste sabe tudo o que necessitamos antes mesmo que o peçamos» (Mt 6,8)? Rezamos, porque é nesse diálogo que Deus transforma os nossos corações. É nesse diálogo que aprendemos a entregarmo-nos nas mãos de Deus e a confiar n’Ele. A oração não é uma fórmula mágica e automática para levar Deus a fazer-nos as “vontadinhas”… É um exercício, um instrumento, um Caminho que percorremos para crescer na comunhão profunda com Ele.

O significado da frase de Jesus «pedi, e ser-vos-á dado; procurai, e encontrareis; batei, e hão-de abrir-vos» (Mt 7,7) pode ser compreendido somente após uma longa experiência de oração fiel e perseverante. O fruto dessa oração é a intimidade com o Pai. Intimidade (comunhão) que nos torna conscientes de que a porta que se abre pode não ser aquela a que inicialmente batíamos, mas corresponde (sempre) à que realmente necessitamos. E é por isso que nós cristãos podemos rezar com confiança na oração do Pai Nosso: «faça-se a Tua vontade, assim na terra como no céu» (Mt 6,10).

 

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