Uma senha ser-lhe-á enviada por correio electrónico.
Donativos LusoJornal

 

Rui Oliveira, ciclista português de 25 anos da equipa UAE Team Emirates, esteve presente na prova francesa Paris-Roubaix, apesar de não ter acabado a corrida.

O LusoJornal falou com Rui Oliveira, que admitiu ser um fã do ‘Inferno do Norte’, como é conhecida a prova francesa.

 

O que significa para si o Paris-Roubaix?

É sempre especial. O Paris-Roubaix, acho que é uma corrida de sonho para toda a gente e para mim é igual. Desde que sou pequeno que gosto de ver esta corrida na televisão. Com estas condições meteorológicas, esta prova só podia ser épica.

 

Há medo quando há este tipo de condições meteorológicas?

Não, não há medo. Isto é ciclismo, é o que é. Temos que aceitar as condições que nos dão e eram estas as condições que tínhamos. Uma corrida é assim.

 

Que balanço podemos fazer da temporada? Excelente?

Não digo que foi excelente porque acabei por não vencer nenhuma corrida. Eu estive perto na Vuelta [ndr: Volta a Espanha], terminando no segundo lugar, e aí sim teria sido excelente se tivesse vencido. A temporada foi positiva, foi muito boa, mas excelente ainda não.

 

O que significa para si a primeira edição do Paris Roubaix Feminino?

Acho que é bastante importante para o ciclismo em geral e para as mulheres, haver essa igualdade. E elas também têm direito a fazer o Paris-Roubaix. E uma palavra de apreço para Tata Martins que foi excecional, foi um orgulho, e ela é um orgulho para todos nós. Ter terminado no Top-20, mostra a corredora que ela é e eu fico orgulhoso dela.

 

Desporto

 

X