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Virginie é filha do casal fundador do grupo musical Lusibanda, no Havre. Quando Filipe e Manuela Pereira fundaram a associação Lusibanda, que dá nome ao grupo de baile, implicaram também as duas filhas, Virginie e Salomé.

Entretanto Virginie Novo Som tenta fazer uma carreira a solo. Em junho de 2018 editou o seu álbum de lançamento, “Jamais esquecerei” e agora, durante o confinamento por causa da pandemia de Covid-19, anuncia que procura novos ritmos e novo estilo musical.

 

Como está a passar este momento de confinamento?

Estou a viver perto de Le Havre, a uns 250 km de Paris. Estou a trabalhar em casa, e a escrever novos temas musicais, à espera de os gravar. Muitas coisas mudaram na minha vida antes do confinamento, então estou a aproveitar o tempo para escrever e trabalhar num novo estilo. Estou a ouvir muitos ritmos africanos, cubanos e novos sons.

 

Teve concertos anulados?

Sim, tive 5 concertos anulados. Dois com a associação Lusibanda e três com o meu guitarrista, em bares e restaurantes. Espero regressar aos palcos em julho, para o Festival Cauchois. Depende das decisões sobre a pandemia de Covid-19.

 

Está preocupada com a pandemia?

Estou preocupada com o bem-estar da minha família e dos meus amigos. Quero que toda gente à minha volta fique de boa saúde para poderemos conviver novamente à volta de um aperitivo e de uma festa depois da pandemia. Espero que a solidariedade entre as pessoas continue. Que as pessoas se respeitem mais e que respeitem o planeta. Queria menos egoísmo no mundo, mas se calhar estou a ser muito idealista…

 

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