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Praticamente todos os fins de semana, o grupo musical Lusibanda tinha espetáculos, mas acabaram por ser anulados por causa do estado de emergência sanitária.

Apesar de estar sedeado no Havre, este grupo familiar foi pouco a pouco expandido os seus espetáculos pelo resto da França e foi-se tornando num dos grupos incontornáveis das festas portuguesas.

Mas o Covid-19 veio travar uma agenda intensiva de festas…

 

Onde estão a passar este período de confinamento?

Neste momento de confinamento estamos no Havre e estamos em casa.

 

Tiveram muitos espetáculos cancelados?

Sim, tivemos muitos espetáculos cancelados, aliás todos os fins de semana desde o início do estado de emergência sanitária por causa do Covid-19 e vamos ter outros que vão ser cancelados ainda.

 

Mas continuam a trabalhar em casa sobre novos projetos?

Sim, estamos a trabalhar muito em casa, com novidades para estarmos prontos quando isto acabar.

 

Estão preocupados com esta pandemia?

Sim, estamos muito preocupados com esta pandemia. Acho que vai ser muito complicado o fim do confinamento. Espero que esta situação seja a última para poder começar uma vida normal e para continuar as nossas festas fora da zona do Havre, porque a nossa agenda está praticamente completa até ao fim do ano e também queremos continuar a organizar as festas que organizamos aqui no Havre.

 

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