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O Créteil-Lusitanos, clube comandado pelo Português Carlos Secretário, desloca-se ao terreno do le Puy na segunda jornada do Campeonato ‘National’ que decorre nesta sexta-feira 9 de agosto pelas 20h.

Um encontro importante para os ‘Cristoliens’ que entraram neste campeonato com um empate sem golos, em casa, frente ao Bastia-Borgo.

Em entrevista ao LusoJornal, Alexandre Pardal (na foto), lateral-direito português do Créteil-Lusitanos, fez uma antevisão do jogo frente ao Le Puy, onde a equipa quer arrecadar os três pontos, e também abordou o primeiro encontro desta época 2019/2020.

Como podemos antever o encontro frente ao Le Puy?

Se perderam apenas por 1-0 frente ao Laval, um dos candidatos à subida, é que têm qualidade. No entanto queremos ir ao Le Puy e arrecadar os três pontos, numa viagem que será longa. É uma equipa que subiu, como nós, e de certeza que vai ser um jogo algo parecido com aquele frente ao Bastia-Borgo na jornada inaugural. Esperamos sair de lá com a vitória. Acho que já não vai haver nervosismo neste segundo encontro, aliás na época passada foi igual, empatámos em casa frente ao Lille ‘B’, e depois acabamos por vencer o Haguenau na segunda jornada. No Le Puy acho que as coisas vão correr de forma diferente. Temos de melhorar na finalização e no posicionamento defensivo, mas acho que estamos bem.

Segunda temporada no Créteil-Lusitanos?

Estou muito mais adaptado a tudo e sobretudo à língua. Sinto isso dentro das quatro linhas com os meus colegas. É tudo mais fácil, quer seja para mim, para o Fábio Pereira ou ainda para o Hugo Silva, além da equipa técnica portuguesa. O ano passado houve um momento menos bom quando cheguei, mas este ano fiz uma boa pré-temporada e estou adaptado à equipa e à cidade.

Como podemos analisar o primeiro jogo?

Penso que foi um jogo típico de início de época. Primeiro jogo para o campeonato com um certo nervosismo de parte a parte, ainda por cima a nossa equipa jogou em casa. Pensamos sempre em entrar bem e em ganhar o jogo. Na primeira parte foi um jogo bastante repartido. O Bastia-Borgo tem uma boa equipa, muito bem organizada. Tivemos algumas ocasiões e eles também. Na segunda parte fomos superiores, e tivemos duas ocasiões claras de golo, que não podemos falhar neste campeonato, sobretudo se queremos andar nos lugares cimeiros para garantir rapidamente a manutenção. Não podemos falhar, mas falhámos, agora mais jogos virão. O resultado acabou por se rum pouco justo, mas se houvesse um vencedor, devia ser o Créteil-Lusitanos.

Dois falhanços inacreditáveis?

Foi um sentimento de frustração ver esses dois falhanços, mas não podemos falar porque estamos cá atrás, eu enquanto defesa, e falar é fácil. Eu costumo dizer que só falha quem lá está. Tenho a certeza que quem falhou, na próxima vez vai marcar e vai nos dar muitas alegrias.

Como se sentiu durante esse encontro?

Senti-me um pouco nervoso porque foi o meu primeiro jogo neste campeonato ‘National’. Ainda por cima as coisas não estavam a sair assim muito bem. Mas com o decorrer do jogo, o nervosismo desapareceu e até quase podia ter feito um golo com um remate de fora da área. Foi uma boa experiência num campeonato duro, muito mais físico do que aquele do ano passado, o National 2.

Foi um bom ponto alcançado?

Depois dos dois falhanços e do facto de termos sido superiores, admito que ficou um sabor amargo na boca este resultado. No entanto é sempre melhor começar com um ponto do que começar com uma derrota.

 

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