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Cultura popular: Grupo folclórico Os Lusitanos de Saint Cyr l’Ecole

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Nome da associação: Associação Luso-Francesa de Saint Cyr l’École

Data de criação: 1995

Cidade: Saint Cyr l’école

Nome do Presidente: Luís Esteves

 

Nome do grupo folclórico: Os Lusitanos de St Cyr l’École

Data de criação: 1995

Região: Ponte de Lima

Nome do ensaiador: Hélder Pereira

 

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Porque foi criado o grupo?

Foi o nosso Presidente, o Luís Esteves que era muito amigo da nossa cantadora Madalena e do nosso tocador José Manuel, e os três decidiram criar este rancho que representa o folclore do concelho de Ponte de Lima e das suas freguesias. O folclore de Ponte de Lima está no cruzamento do folclore dos Arcos de Valdevez, de Ponte da Barca e de Viana do Castelo, e por isso é uma mistura de todos estes folclores, mas as músicas são diferentes e os trajos também. É bem específico.

 

O grupo está federado na Federação do folclore português?

Não, não queremos ser federados, mas estamos a apostar na qualidade. Até porque fazemos parte da Associação de folclore de Ponte de Lima e somos o único rancho em França a fazer parte desta associação.

 

Quantos elementos tem o grupo?

Temos cerca de 50 elementos. Temos entre 8 e 10 pares em cima do palco e temos muitas crianças. O mais pequeno tem uns dois anos e vamos até aos 70 anos.

 

O grupo já gravou algum CD?

Sim, já gravámos 3 CD’s. O último foi gravado em 2013.

 

Organizam algum Festival?

Organizamos todos os anos um Festival durante o fim de semana de Pentecostes, é uma das maiores festas aqui da região de Paris. Tem lugar em dois dias, com rusgas, cantores e um torneio de futebol. Também organizamos a Noite do Sarrabulho, em outubro, antes chamavam-se as Minis-Feiras Novas, mas tivemos de modificar. Também organizamos um jantar todos os dois meses.

 

Qual a saída que mais marcou o grupo?

Temos muitas saídas durante o ano. Mas a saída que mais nos marcou foi certamente a ida às Feiras Novas. Quando entrámos na Associação de folclore de Ponte de Lima fomos várias vezes seguidas às Feiras Novas. São as grandes festas do concelho de Ponte de Lima. Agora tentamos ir todos os dois anos.

 

Quais as principais dificuldades do vosso grupo?

O mais difícil é mesmo ter gente dedicada, isto do folclore implica muito trabalho, são muitos ensaios, é necessário ter muita dedicação, são muitas festas e as pessoas têm uma vida ao lado.

 

Têm algum apoio da Mairie?

Sim, temos muito apoio deles. Temos uma sede grande, estamos lá quando quisermos, com cozinha e tudo, também nos cedem uma sala todos os dois meses, um ginásio em outubro e o estádio em maio. Também costumamos ser apoiados pelo supermercado Les Halles du Portugal.

 

E de Portugal? Tem algum apoio de Portugal?

Não.

 

Qual é o principal sonho do grupo?

Não temos grandes sonhos. Estamos aqui para gozar, para passar o tempo, com alegria. Tudo quanto queremos é que isto continuar, que nunca acabe e sempre com mais pessoal.

 

Na sua opinião, como se porta o folclore português em França?

Está cada vez melhor, está a melhorar, mas há ainda muito por fazer. No entanto, cada grupo quer mostrar que é melhor do que o outro, mas isso não é folclore, porque o importante é representarmos o folclore.

 

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