Dia 01 de dezembro, Dia da Restauração da Independência de Portugal

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1640: Proclamação da Restauração da Independência de Portugal. Começa a Dinastia de Bragança, a quarta, com D. João IV.

1880: É fundada a Sociedade Filarmónica União 1.º Dezembro, o histórico clube de futebol de Sinta, o mais antigo entre os clubes que competem no futebol federado.

1868: Sai o primeiro número de O Primeiro de Janeiro, jornal diário do Porto.

1934: Começam as purgas estalinistas. O homicídio de Sergei M.Kirov, colaborador de Estaline, leva à morte de milhões de pessoas.

1954: Inauguração do Estádio da Luz, do Sport Lisboa e Benfica.

1955: Rosa Parks recusa-se a ceder o seu lugar a um branco no autocarro, dando início ao movimento de Boicote aos Autocarros de Montgomery (Alabama) e marcando o começo da luta contra a política de segregação racial no sul dos EUA.

1962: I Congresso do MPLA, em Leopoldeville. Agostinho Neto é eleito presidente do movimento e Mário Andrade, vice-presidente.

1973: Reunião histórica de Óbidos do Movimento dos Capitães, que levará à Revolução de 25 de Abril.

1973: Morre, aos 87 anos, David Ben-Gurion, fundador do Estado de Israel.

1976: A Assembleia-Geral da ONU reconhece o direito inalienável do povo de Timor-Leste à independência e a legitimidade da luta para alcançar esse direito.

2020: Morre, aos 97 anos, Eduardo Lourenço, professor, filósofo, escritor, crítico literário, ensaísta, interventor cívico. Entre condecorações e distinções recebeu as ordens de Grande Oficial de Santiago e Espada (1981), a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique (1992), a Grã-Cruz da Ordem de Santiago e Espada (2003) e a Grã-Cruz da Ordem da Liberdade (2014). França distinguiu-o com a Ordem Nacional de Mérito (1996), a Ordem das Artes e das Letras (2000) e a Legião de Honra (2002). Conselheiro de Estado.

 

Este é o tricentésimo trigésimo quinto dia do ano. Faltam 30 dias para o termo de 2022.

Pensamento do dia: “Na maioria das sociedades atuais falta aos homens públicos o valor não só para ousar o bem mas, até, para praticar francamente o mal. Deste facto psicológico, que assinala as épocas de profunda decadência moral, deriva a hipocrisia”. Alexandre Herculano (1810-67), escritor, historiador, investigador e político português.