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As exportações portuguesas de têxteis e vestuário caíram 11% em 2020, para 4.643 milhões de euros, mas teriam recuado quase 15% se não fossem as vendas de equipamentos de proteção individual para combate à pandemia, segundo a associação setorial.

Mas entre os destinos que registaram melhores desempenhos em termos absolutos contam-se, de longe, a França, com mais 34 milhões de euros, Dinamarca (mais seis milhões de euros) e Alemanha (mais 4,9 milhões de euros).

“As exportações de equipamentos de proteção individual [EPI] para o combate à Covid-19 foram avaliadas em cerca de 189 milhões de euros. Na ausência destes produtos, as exportações do setor teriam sido de 4.453 milhões de euros, ou seja, menos 761 milhões de euros, e a queda teria sido de quase 15% comparando com 2019”, refere a Associação Têxtil e Vestuário de Portugal (ATP) em comunicado divulgado.

Segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) tratados pela ATP, a categoria de produtos onde se encontram as máscaras têxteis teve um crescimento de 641% e um acréscimo absoluto de 166 milhões de euros, tendo sido “a principal responsável pelo bom desempenho dos artigos têxteis confecionados”.

 

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