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A Fundação Manuel Cargaleiro, criada pelo pintor e ceramista português para gerir as suas obras e que desde 2010 passou a ter sede em Castelo Branco, vê confirmada o estatuto de utilidade pública que tem desde 16 de maio de 1990.

Manuel Cargaleiro fez a primeira exposição individual em 1952, na Sala de Exposições do Secretariado Nacional da Informação Cultura Popular e Turismo (SNI). Na década de 1950, foi bolseiro do Instituto de Alta Cultura, em Itália, onde estudou cerâmica, e da Fundação Calouste Gulbenkian, em Paris, onde passou a residir desde 1958.

A Fundação Manuel Cargaleiro tem vindo a desenvolver, em cooperação com o município de Castelo Branco, atividades em favor da comunidade local, particularmente da comunidade escolar. «Destaca-se pela promoção da arte e da cultura, através do museu-escola Manuel Cargaleiro, com programação contínua, sistematizada e diversificada, abrangendo um significativo leque de exposições e atividades paralelas, contribuindo para o desenvolvimento cultural, patrimonial e recreativo do concelho», lê-se na publicação do Diário da República.

A declaração de utilidade pública da Fundação Manuel Cargaleiro mereceu a concordância da Direção de Serviços de Assuntos Jurídicos e Documentação e da Secretária-Geral Adjunta da Presidência do Conselho de Ministros.

Manuel Cargaleiro é natural de Chão das Servas, Vila Velha de Ródão, no distrito de Castelo Branco. O museu e também a sede da fundação funcionam na rua dos Cavaleiros, em plena zona histórica de Castelo Branco e entre as cinco mil peças inventariadas e outras que o mestre doou à fundação, e que estão por tratar, encontram-se pinturas, tapeçarias, cerâmicas e azulejos.

Em Paris, Manuel Cargaleiro deixa a estação do Metro Champs Elysées-Clémenceau, que decorou com vários painéis de azulejos.

 

 

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