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Na primeira volta das Presidenciais da Guiné-Bissau, que decorreu no domingo, a taxa de abstenção na diáspora, círculo que abrange França, Senegal, Gâmbia, Guiné-Conacri, Cabo Verde, Mauritânia, Portugal, Espanha, Inglaterra e Bélgica, foi de 48,86%. No total, estavam inscritos nestes países 16.990 eleitores, mas apenas 8.689 votaram.

Segundo os resultados provisórios da CNE, o candidato apoiado pelo Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), Domingos Simões Pereira, venceu na região da diáspora com 56,55%, o que equivale a 4.762 votos.

O segundo mais votado foi o atual Presidente, José Mário Vaz, que se recandidatou, com 18,89% (1.591 votos), seguido de Umaro Sissoco Embaló, do Movimento para a Alternância Democrática (Madem G15) com 15,11% (1.272 votos) e de Nuno Gomes Nabian, apoiado pela Assembleia do Povo Unido – Partido Democrático da Guiné-Bissau (APU-PDGB) e pelo Partido da Renovação Social (PRS), que conseguiu 5,01% (422 votos).

Nos resultados globais, passam à segunda volta Domingos Simões Pereira, que obteve 40,13%, não conseguindo mais de metade para vencer à primeira volta, e Umaro Sissoco Embaló, que teve 27,65% dos votos.

No entanto a Comissão Nacional de Eleições (CNE) guineense manifestou preocupação com a abstenção da diáspora nas presidenciais da Guiné-Bissau, que foi de 48,86% na primeira volta, sobretudo porque a segunda volta, que se realiza em 29 de dezembro, vai apanhar os festejos de Natal e Ano Novo.

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