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“Nos últimos dias da Primeira Guerra Mundial, um oficial português é enviado numa missão perigosa. Entre a glória das medalhas e um massacre absurdo, o encontro com o passado e uma paixão inesperada, mudam para sempre o destino do Capitão Blanc. Um romance baseado em factos históricos que desvenda sombras da Primeira República e da Primeira Guerra”. São estas as palavras que podemos ler na presentação do livro que tem por título «O destino do Capitão Blanc» da autoria de Sérgio Luís de Carvalho, edição Planeta.

A viagem que é proposta ao leitor começa no dia 7 de agosto de 1918, em Lisboa, e vai percorrer o Norte, Norte Este de França, lugares onde se passaram momentos terríveis na Primeira Guerra Mundial, lugares alguns dos quais frequentados pelos soldados portugueses.

De Lisboa somos transportados até Hendaye, Ambleteuse, Toul, Chocques, Verdun, Nantillois, Vill-devant-Chaumont… O regresso a Lisboa terá lugar a 27 de novembro de 1918.

Um romance histórico. Um tipo de literatura que o século XX viu surgir com muita frequência em Portugal.

O autor deste romance, Sérgio Luís de Carvalho, nasceu em Lisboa em 1959. Em 1990 publicou o seu primeiro livro “Anno Domini 1348”, a que se seguiram “As horas de Monsaraz”, “El-rei Pastor”, “Os rios da Babilonia”, “Retrato de S. Jerónimo no seu Estúdio”, “Os peregrinos da Fé”, e “O retábulo de Genebra”.

Em 1989, Sérgio Luís de Carvalho recebeu o Prémio Literário Ferreira de Castro, em 2004 foi finalista ao Prémio Jean Monnet de Literatura Europeia (em França) e em 2005 foi finalista do Prémio Amphi de Literatura Europeia (também em França).

Em francês editou o livro “Le bestiaire inachevé”.

O destino do Capitão Blanc, uma sugestão de leitura para os dias que atravessamos e para nos lembrarmos daqueles que lutaram, e foram milhões, pela liberdade já lá vão mais de 100 anos, durante a I Guerra Mundial, também chamada “Grande Guerra”.

 

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