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O Tour de l’Avenir prossegue nesta terça-feira 21 de agosto. Na quarta etapa que decorreu ontem, a Seleção Portuguesa, comandada por José Poeira, acabou no 17° lugar do contrarrelógio por equipas em Orléans, a 1 minuto e 3 segundos da Dinamarca, que venceu a etapa.

O Camisola Amarela é o Norueguês Håkon Lunder Aalrust, enquanto o Português Rui Oliveira ocupa agora o 63° lugar a 2 minutos e 57 segundos do líder da prova.

 

Eis a classificação dos ciclistas portugueses na geral:

63° – Rui Oliveira a 2 minutos e 57 segundos

72° – Tiago Antunes a 3 minutos e 02 segundos

73° – João Almeida a 3 minutos e 02 segundos

81° – André Ramalho a 3 minutos e 13 segundos

99° – Ivo Oliveira a 3 minutos e 47 segundos

105° – Marcelo Salvador 4 minutos e 10 segundos

 

A classificação por pontos da Camisola Verde é liderada pelo Alemão Max Kanter, com 57 pontos, enquanto Rui Oliveira ocupa o terceiro lugar com 47 pontos.

Portugal com três Top-10 nos primeiros dias da prova

Rui Oliveira terminou no quarto lugar na 1ª etapa, na sexta posição na 2ª etapa, e no sétimo lugar na 3ª etapa nos primeiros dias do Tour de l’Avenir.

LusoJornal falou com o Selecionador nacional, José Poeira, que fez um balanço das quatro primeiras etapas e abordou os objetivos de Portugal nesta prova reservada aos menos de 23 anos.

 

17° lugar de Portugal no contrarrelógio por equipas, é um exercício complicado?

O contrarrelógio é algo que se treina, mas quando é na Seleção é mais complicado, porque os corredores nem sempre estão juntos. Muitas vezes temos pouco tempo para trabalhar esse exercício específico. Não é fácil treinar e ainda por cima não há muitos contrarrelógios por equipa nas provas. Mas acho que é uma prova interessante, bonita. A Seleção Portuguesa treinou na segunda-feira de manhã no percurso em Orléans, e penso que durante a etapa, na parte técnica os corredores alinharam bem. Fizeram um trabalho excelente, mas há outras seleções com ciclistas que são roladores enquanto a nossa tem uma base de corredores trepadores e sprinters. Não eram seis corredores de contrarrelógio, mas isto é um misto. Esta etapa foi apenas mais uma etapa, fizemos tudo para perder o menos tempo possível. Queremos estar próximos dos primeiros quando vão chegar as etapas de montanha. A Seleção Portuguesa trabalhou bem.

 

A Seleção Portuguesa vai lutar pela geral ou pelas etapas?

Temos uma boa Seleção. Temos sempre corredores na frente da corrida. Temos também atletas que podem estar bem colocados na geral. No entanto o trabalho faz-se dia a dia porque podem sempre acontecer coisas desagradáveis.

 

Que balanço podemos fazer destas quatro primeiras etapas?

Até agora penso que tem sido excelente. Temos corredores para este tipo de etapas. Ainda não ganhámos, mas acho que a qualquer momento podemos ganhar. No primeiro dia fizemos quarto, no segundo dia fizemos terceiro no sprint do pelotão, no terceiro dia também fizemos terceiro no sprint do pelotão, isto sem contar com as duas fugas na segunda e na terceira etapa. Mostra bem que temos ciclistas para estarem bem colocados nestas chegadas.

 

Portugal tem uma Seleção forte?

Acho que temos uma equipa equilibrada, todo-o-terreno. Isso é uma mais-valia e esperamos ter esse mesmo equilíbrio na montanha.

 

 

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