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A fase de grupos do Mundial 2018 terminou para Portugal que conseguiu arrecadar o segundo lugar com 5 pontos, os mesmos que a Espanha que no entanto acabou no primeiro lugar.

Recorde-se que Portugal empatou a três bolas com a Espanha, venceu por 1-0 Marrocos e empatou a uma bola frente ao Irão.

A Seleção Portuguesa, que conta com 7 jogadores que jogam, jogaram ou nasceram em França, tem tido como principal destaque, do lado dos «franceses», João Moutinho.

João Moutinho, médio luso de 31 anos que atua no Monaco, tem sido importante no esquema tático de Fernando Santos no meio-campo, que em fases ofensivas é composto por três elementos e em fases defensivas conta com quatro. João Moutinho é aquele que melhor consegue fazer a transição entre essas duas fases e levar a bola de trás para a frente. O médio monegasco será um elemento imprescindível para o jogo dos oitavos-de-final frente ao Uruguai.

 

Quatro elementos não brilham

Raphaël Guerreiro, lateral-esquerdo franco-português de 24 anos do Borussia Dortmund, foi titular nos três encontros que disputou Portugal. No entanto a falta de ritmo foi visível para um jogador que esteve várias vezes lesionado durante o ano e que já teve alguns problemas físicos neste Mundial. O atleta luso até esteve em dúvida para o último embate frente ao Irão por causa de problemas musculares. Espera-se uma reação nos oitavos com um Raphaël Guerreiro a 100%.

Bernardo Silva, avançado português de 23 anos do Manchester City e que passou pelo Monaco, já atuou nos três jogos da Seleção Nacional, sem brilhar. Muitas expetativas estavam em torno de Bernardo Silva que brilhou com o Monaco e fez uma boa temporada com o Manchester City. O certo é que até agora não conseguiu encontrar o seu ritmo e a sua posição no seio desta Seleção. Terá ainda oportunidades para mostrar o seu valor.

Adrien Silva, médio luso-francês de 29 anos do Leicester, foi titular apenas frente ao Irão. Por enquanto o atleta não mostrou a mesma garra nem as mesmas habilidades que no Euro 2016. De recordar que a temporada não foi fácil para este jogador que ficou seis meses sem jogar pela sua transferência do Sporting CP para o Leicester ter acontecido demasiado tarde para a UEFA. Seis meses sem jogar, é muito tempo. Precisa acumular minutos para ter a mesma consistência que em 2016.

Gonçalo Guedes, avançado luso de 21 anos que pertence ao Paris Saint-Germain, tem sido a teimosia de Fernando Santos. Ele que não atua como ponta-de-lança, tem sido sistematicamente utilizado dessa forma na Seleção e pouco ou nada se viu até agora. O avançado parisiense foi talvez a maior deceção nestes jogos, sendo que no último encontro, André Silva roubou-lhe o lugar. Dificilmente Gonçalo Guedes vai voltar à titularidade, mas nunca se sabe com Fernando Santos, o treinador que levou Portugal ao primeiro título europeu.

 

Dois «franceses» esperam por uma oportunidade

Anthony Lopes, guarda-redes lusodescendente de 27 anos do Lyon, e Ricardo Pereira, defesa do Leicester que passou duas temporadas emprestado pelo FC Porto ao Nice, continuam no banco de suplentes e por enquanto não tiveram nenhuma oportunidade para se mostrar dentro das quatro linhas.

 

 

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