Quando se está no alto de uma montanha ou à beira de uma falésia num dia límpido, a contemplar a imensidão solene da natureza e a respirar a pureza do ar, com
Le 25 Avril a laissé des traces même chez ceux qui ne l’ont pas vécu. L’aujourd’hui c’est le fruit d’hier, la Liberté retrouvée après presque cinq décennies de dictature. Cinquante ans déjà,
No dia 25 de Abril 1974 eu estava em Paris. Ainda não tinha 18 anos. Ouvi a notícia na RTL, uma rádio francesa. Claro que fiquei preocupada, sem notícias de uma grande
Yves Léonard, historien spécialiste de la culture portugaise, a tenu une conférence à l’Université Jean Monnet de Saint-Étienne, centrée sur la Révolution des Œillets. Cette conférence marquait la clôture des événements organisés
O 25 de Abril representa a liberdade do povo português e do ser humano. O fim de 48 anos de repressão intelectual e cultural que tanto empobreceu culturalmente o nosso país. Alguém
Eu era apenas uma moça com 18 anos, mergulhada na efervescência dos dias que antecediam o 25 de Abril de 1974. Os rumores pairavam no ar, sussurrando segredos de mudança e esperança.
O 25 de Abril representa para mim a Liberdade. Foi como se um alicate tivesse cortado uma corrente que amarrava Portugal. Amarrava Portugal à pobreza que obrigava os seus filhos a partirem
En avril 1974, je n’avais pas dix ans, Salazar ne représentait rien pour moi. Ou plutôt si, j’entendais parfois mon père pester violemment contre lui et la PIDE. Je me souviens aussi
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