Maman Maman, depuis que tu es partie J’ai perdu l’envie et même le goût Les jours passent je m’appauvris Je ne vois plus de visage doux. Toutes les nuits je
Família Nos campos lusitanos da minha infância, No emaranhado dos meus pensamentos Cresciam sonhos de exuberância Aos quais, pai e mãe, não estavam atentos! No passado fugidio da primária, Imensidão
Mês de Maio Maio que mês extraordinário Da aparição e do Santo Rosário Luz de velas e procissões Promessas e orações Em Fátima, altar do mundo Mariano de Fé e devoção
Coração Notre Dame Se não tens o coração Notre Dame por mim, lanço-lhe chamas vermelhas dos meus confins, lavaredas de entontecer, ao fim da tarde, ao escurecer, para destruir a indiferença,
Mãe Mãe, milagre da vida, Ninho de amor e bondade Berço da semente concebida Renovadora da humanidade Mãe, no teu ventre fomos gerados Nos teus braços acalentados O teu seio
Paris Paris… Paris cidade onde me posso perder… eterna turista… Paris… onde tudo se pode ver… ou quase… Ainda adolescente… Vi tantos homens no metro… jardins e rua… apenas de gabardine
O Tempo Gosto do tempo que passa, sem parar Dos dias e mesmo dos segundos Que me levam velhos mundos E me trazem sonhos para realizar Gosto desse tempo que
A saudade Olhar para trás e querer voltar, Se algum dia for capaz, Galgando preconceitos, Aproximando-me dos meus feitos. Quem me dera, apesar do medo, voltar a sentir: Os cabelos
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