Dans la peur tous unis de fil en aiguille on construit mille et une barrières dans une seule prière être consolation être protection là où le besoin presse là où la vie
Há uns 30 anos Que não é adolescente senta-se na minha frente olha para mim olho para ela máscara nariz aparente Bastille está para sair olha-se no vidro da porta ajusta a
Todos os dias são dias de Portugal Nos Lusíadas, Camões escreveu o que sempre amou, Deixando os poemas sentidos aqui e além-mar. Moribundo e abandonado poemas ele deixou, Poesias guardadas e
Si les pierres pouvaient parler, Elles nous raconteraient Tous les amours qu’elles ont abritées, Toutes les peines qu’elles ont consolées, Il ne reste que les mémoires, Des pierres polies par tant d’histoires.
Portugal Portugal País amado Daqueles que por cá nascem Portugal país amigo Daqueles que por cá passam Num cantinho da Europa Em retângulo nasceu Para que todo o mundo Contemplasse o
Eternos poetas Tantas palavras que saem de nós, Com o que escrevemos com o coração. Para que um dia elas fiquem sós, Mesmo que sejam escritas na recordação. Letras que são
Le vieux chêne Sur ma branche, l’équilibre assuré… Je me penche, regarde mon passé. La brume a enveloppé peu à peu mon sourire… Les bons moments passés ne sont plus que
Um dia, meus filhos, netos e bisnetos, Contar-vos-ei o passado. Aquele tempo que chamaram por nós, e dissemos sim. ………. Quando velhos homens, pelas praias, disseram profecias Que havia caminhos noturnos à
Ruelle Quand finissent les rêves, troués par les alcades, Arrive la fin de la grève, point de barricades… Cordon ombilicale, de ma jeunesse perdue, Long mur verticale, aux doux espoirs déçus.
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