Peine perdue… Dans ces jardins de désirs où seuls les mots se font silences, Quel bonheur de pouvoir écrire, sur les chemins de l’impertinence. La plume bien trempée, reflète mes couleurs
A vós que não conheço, mas que amo Olhando pela janela, não vi nada. A rua estava deserta Dava a impressão que o mundo parou. Então fiquei a pensar O quanto
O abraço Até podia vos dizer que estou bem, Mas não estou porque sei que este mundo sofre. Choro os seus mortos aos milhares, Mesmo as lágrimas caem-me sem pedir Num
Força e Fragilidade da Vida De maneira violenta e inesperada A Humanidade ficou perturbada Deixou um mundo vivo e apressado Para ser um mundo silencioso e confinado Vítimas da desumanização
Um dia estarei nas tuas mãos Um dia as páginas do meu livro estarão completas, Cheio de palavras e de muitas recordações. Quando o leres não deixes as folhas abertas, Porque
Barque de poésie Quand le silence laisse un sillage poétique, le temps n’est que marées, aveuglé par la lumière, je reste dans mes pensées, L’obscurité s’invite à la lumière et
Les Oubliés Certaines œuvres se tissent au temps… Peu lui importe le sablier… Ces hommes de mers me semblent vivants Sur leur esquisse de papier. Mémoires ponctuelles aux couleurs de délices…
“Lágrimas” Vivemos dentro de mágoas recusadas Neste mundo que sofre, mas não para de girar. Faço parte destas marionetes enganadas, Que por vezes saem nestas lágrimas a brilhar… Ódio, palavra
Portugal Les feuilles sont déjà mortes, rien ne résiste au temps, Même les voix qui portent s’envolent au vent. Indicible est cette douleur, cette boule de sentiments abstrus, Ce ressac de
Utilização de cookies: Ao continuar a sua navegação está a consentir a utilização de cookies que possibilitam a apresentação de informação adaptada aos seus interesses. Pode alterar as suas definições de cookies a qualquer altura.