Mãe Mãe, milagre da vida, Ninho de amor e bondade Berço da semente concebida Renovadora da humanidade Mãe, no teu ventre fomos gerados Nos teus braços acalentados O teu seio
Le mardi 28 mai, à 18h00, aura lieu à la Maison du Développement Culturel, à Gennevilliers, la présentation du recueil de poèmes «Devagar, nas asas do vento / Partir sur les ailes
Paris Paris… Paris cidade onde me posso perder… eterna turista… Paris… onde tudo se pode ver… ou quase… Ainda adolescente… Vi tantos homens no metro… jardins e rua… apenas de gabardine
O Tempo Gosto do tempo que passa, sem parar Dos dias e mesmo dos segundos Que me levam velhos mundos E me trazem sonhos para realizar Gosto desse tempo que
A saudade Olhar para trás e querer voltar, Se algum dia for capaz, Galgando preconceitos, Aproximando-me dos meus feitos. Quem me dera, apesar do medo, voltar a sentir: Os cabelos
L’amoureux Ce soir j’ai envie de vous dire Combien vous me passionnez Offrez-moi un de vos sourires Vous détiendrez l’enfant gâté. Laissez-moi déjà vous écrire J’essayerai de vous épater Accepter
Coragem Deixar mãe, mulher e filhos… Noite dentro passar fronteiras. Na algibeira dinheiro emprestado ao passador destinado. Coração apertado, alma a sangrar… Medo de nunca mais voltar… Angústia de ir parar
Fado Tentei esquivar-me, Fazer um drible, Ser livre. Alheia ao tema: Que pena! Agarrei na palavra, Sem convicção, Sem saber de nada, Sem direção! Tempos passados, De revolução. Conceitos
O Tempo Gosto do tempo que passa, sem parar Dos dias e mesmo dos segundos Que me levam velhos mundos E me trazem sonhos para realizar Gosto desse tempo que
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