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Tomás Appleton, atleta português do CDUL – Centro Desportivo Universitário de Lisboa -, estava satisfeito com a exibição de Portugal no jogo frente à Geórgia, que se realizou em Paris, no fim de semana passado, mas admitiu que faltaram 15 minutos para alcançar um resultado melhor.

 

Portugal acabou por perder nos minutos finais…

Os 15 pontos não espelham o que se passou dentro de campo. Até aos 15 minutos finais estávamos no taco a taco. Demos uma excelente resposta à Geórgia, mostramos que conseguíamos fazer coisas muito boas. Conseguimos lutar de igual para igual e marcámos três ensaios. Somos uma equipa jovem e ainda estamos num processo de ganhar experiência. Foi isso que nos faltou, sermos consistentes durante os 80 minutos.

 

Qual foi a sensação quando viu o público presente nas bancadas?

Sabemos da diferença da grandeza do râguebi em França e em Portugal. Em Portugal é muito diferente, mas sem dúvida que foi fabuloso ver tanta gente no estádio, tanta gente a apoiar Portugal. Sabemos que a Comunidade lusa em Paris é enorme e fez muita diferença ter tantos adeptos portugueses a apoiar-nos. Foi muito bom.

 

O que representa para si o Mundial em França?

Estar aqui em Paris, mostra bem que Portugal quer estar mais uma vez num Mundial, sobretudo quando se sabe que a única vez que estivemos num Mundial foi em 2007 e em França! Seria incrível voltar a fazer isto em 2023. Íamos recordar os velhos tempos e voltar com o nome de Portugal e o râguebi português ao mais alto nível.

 

Para terminar no segundo lugar, Portugal tem de vencer a Espanha?

Começámos de uma maneira perfeita esta prova com um triunfo perante a Bélgica e depois frente à Roménia. Acabámos por perder por um ponto frente à Rússia, e hoje foi novamente uma derrota. O nosso salto neste momento é neutro, mas não é desta maneira que queremos acabar, queremos acabar com uma boa nota e contra a Espanha só queremos ganhar. Somos capazes de coisas muito boas.

 

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