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Depois de uma homenagem a Carlos do Carmo, no início do ano, o Leitorado de Português na Universidade Jean Monnet de Saint Etienne está este mês a prestar homenagem à fadista Amália Rodrigues.

Durante a primeira semana foram apresentados aos alunos vários vídeos sobre “As vozes de Amália”. No dia 1 de março foi apresentado o vídeo “Uma voz para a eternidade” e nos dias seguintes foram apresentados temas de Amália como “Fado Malhoa” (de José Galhardo e Frederico Valério), “Lianor” (de Luís de Camões e Alain Oulman) e “L’important c’est la rose” em francês.

O tema da segunda semana foi “Le cinéma rend visite à Amália Rodrigues”, primeiro Amália Rodrigues como atriz, seguido do cinema dos anos 40 – com “Fado, História de uma cantadeira” (1947, Perdigão Queiroga), “Capas Negras” (1947, Armando de Miranda), “Sol e Toiros” (1949, José Buchs), “Vendaval Maravilhoso” (1949, Leitão de Barros) – e do cinema dos anos 60 – “Les Amants du Tage” (1955, Henri Verneuil), “Sangue Toureiro” (1958, Augusto Fraga), “Fado Corrido” (1964, Jorge Brum do Canto), “As ilhas encantadas” (1965, Carlos Vilhardebó), “Via Macau” (1966, Jean Leduc) e “A sapateira prodigiosa” (1968, RTP) – e finalmente “Amália, o filme” (1995, um documentário de Bruno de Almeida).

O tema da semana que hoje acaba foi “Amália – a diva do Fado”. Na segunda-feira foi apresentado uma peça de teatro sobre Amália, de Filipe la Féria, na quarta-feira uma entrevista de Amália Rodrigues para o programa “Piano Bar” da RTP, e hoje foi apresentada a biografia “Amália, Amá-la” de Maria João Gama.

Este evento foi organizado com o apoio do Instituto Camões.

 

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