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419 estudantes emigrantes e lusodescendentes foram colocados na primeira vaga de colocação no ensino superior em Portugal, crescendo 6% face ao ano anterior (quando tinham sido colocados 396 candidatos) e 151% face a 2015.

Mais de 49 mil novos estudantes entraram agora para o ensino superior, tendo ficado sem colocação 33% dos candidatos à primeira fase do concurso nacional de acesso, revelam dados divulgados ontem pelo Ministério do Ensino Superior.

Há 49.452 novos estudantes no ensino superior público, é o segundo maior número de colocados nos últimos 30 anos. O recorde foi ultrapassado apenas no ano passado, quando quase 51 mil alunos ficaram colocados na primeira fase.

Mas este é também o ano, na última década, em que mais alunos ficaram de fora: dos 64 mil candidatos, 14.552 não conseguiram ainda um lugar no ensino superior.

Metade dos candidatos que conseguiram colocação ficou na escola que tinha escolhido como primeira opção e um total de 82% dos alunos conseguiu vaga numa das suas três primeiras opções. Três em cada cinco estudantes ficaram colocados numa universidade, tendo os restantes conseguido uma vaga num politécnico: No subsistema universitário estão 30.030 e no politécnico 19.422.

Para a primeira fase do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior (CNAES) foram disponibilizadas 55.307 vagas, das quais sobraram 6.393 para a segunda, que arranca na segunda-feira e termina a 8 de outubro.

 

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