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Na segunda-feira, dia 4 de junho, das 10h30 às 12h30, o poeta português António Carlos Cortez estará presente na Fundação Calouste Gulbenkian em Paris.

A «Vivas Vozes» será um momento de encontro, leitura e atelier com colegiais, estudantes, docentes, bibliotecários e atores. O objetivo do evento, segundo a Fundação é a de «abordar a poesia de uma outra forma, de facilitar o seu livre acesso para lá das idades, das culturas e das línguas: o poema com corpos e vozes em movimento, em diálogos multilingues».

O evento é organizado em parceria com a Mediateca Departamental de Seine-et-Marne, a Inspeção Académica – português de Créteil, o UFR LCE, o CRILUS/Universidade Paris Nanterre e o Festival Parfums de Lisboa.

António Carlos Cortez nasceu em Lisboa em 1976. É poeta, crítico de poesia, colabora de forma permanente com o Jornal de Letras, a revista Colóquio-Letras da Fundação Calouste Gulbenkian e a revista Relâmpago da Fundação Luís Miguel Nava. É também um ensaísta e professor de literatura portuguesa e de português no Colégio Moderno de Lisboa. É consultor do Plano Nacional de Leitura e é membro do Clube Unesco para a promoção da leitura em Portugal e é ainda membro da direção do PEN Club português.

Tem no seu ativo dez obras de poesia («Ritos de Passagem», 1999; «Um Barco no Rio», 2002; «A Sombra no Limite», 2004; «À Flor da Pele», 2008; «Depois de Dezembro», 2010; «Linha de Fogo», 2012; «O Nome Negro», 2013; em 2016, a antologia «A Dor Concreta» (Tinta-da-china) e «Animais Feridos» (Dom Quixote) e em 2017, «Corvos Cobras Chacais» (Gato Bravo).

Em 2005, publicou «Nos Passos da Poesia – a pedagogia do texto lírico» na editora Apenas Livros. Os seus poemas são traduzidos em várias línguas europeias no LirikLine: Poetry European Observatory.

Recebeu em 2011 o Prémio da Sociedade Portuguesa de Autores para melhor livro de poesia de 2010 com «Depois de Dezembro» (editora Licorne). Foi finalista do Correntes d’Escritas – Festival Literário Casino da Póvoa 2017.

António Carlos Cortez escreveu a sua primeira poesia na segunda classe, e tem como inspirações iniciais David Mourão-Ferreira, Baudelaire e Leonard Cohen e afirma, em entrevista ao Sol, que a melhor definição de poesia é a do Alberto Caeiro: «A poesia não é uma ambição minha, é a minha maneira de estar sozinho».

Entrada livre.

 

 

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