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A Seleção portuguesa de andebol venceu ontem a Tunísia 34-27, em Montpellier, na primeira de três ‘finais’ para Tóquio2020, em que André Gomes marcou o ritmo ofensivo, com sete golos, e Gustavo Capdeville ‘fechou’ a baliza.

O primeiro obstáculo luso rumo ao inédito apuramento olímpico foi superado com uma boa exibição e agora seguem-se Croácia (sábado) e França (domingo), numa partida que começou com um minuto de silêncio em homenagem ao guarda-redes Alfredo Quintana.

Portugal, que rodou todos os seus elementos para gerir o esforço de três jogos em três dias, liderou desde o início do encontro e cedo chegou a uma vantagem confortável de cinco golos, aos 7-2, com um parcial de quatro sem resposta.

Duas exclusões, de Luís Frade e Daymaro Salina, fizeram ecoar os alarmes lusos no aspeto defensivo, aliado a um ‘apagão’ ofensivo de seis minutos, tendo disso tirado partido a Seleção tunisina para encurtar a diferença (8-5).

A Seleção portuguesa chegou ao intervalo a vencer por 15-11, beneficiando de algum desacerto da Tunísia na conversão dos livres de sete metros (falhou três), e na segunda parte, com dois golos seguidos, elevou a vantagem para seis (17-11).

A controlar e a gerir o esforço dos seus jogadores, o Selecionador Paulo Pereira operou algumas experiências, defensivas e ofensivas, e viu o rendimento da equipa traduzir-se em golos, dilatando a vantagem para sete, aos 22-15.

Na parte final do encontro, Portugal assistiu ainda a uma reação tunisina, que encurtou a diferença para quatro golos, aos 26-22, com um parcial de três seguidos, e viu o guarda-redes Manuel Gaspar impedir que a vantagem lusa fosse ainda mais diluída.

Num jogo que teve uma parte final incaracterística, com golo cá, golo lá, com Portugal voltou a chamar a si o controlo da partida e terminou com a reposição dos sete golos de vantagem, aos 34-27.

 

No sábado, a Seleção portuguesa defronta a Croácia, que ontem mediu forças com a anfitriã França, num duelo entre dois países que já conquistaram o ouro olímpico.

 

Jogo no Sud de France Arena, Montpellier.

Tunísia 27-34 Portugal

Ao intervalo: 11-15

Arbitragem: Arthur Brunner e Morad Salah, da Suíça

Tunísia (27): Medhi Sedri Harbaoui (gr), Ghassen Toumi (1), Ramzi Majdoub, Mhoamed Amine Darmoul (3), Amine Bannour (4), Ghazi Ben Ghali (1), Yousef Maaref (4), Oussama Boughanmi (5), Ryadh Souid (1), Wael Mzoughi (1), Issam Rzig (1), Islem Jbeli (3), Mohamed Jilani Maaref, Anouar Bem Abdallah (3), Ousamma Jaziri e Marouen Maggaiz (gr). Treinador: Sami Saidi

Portugal (34): Gustavo Capdeville (gr), Pedro Portela (2), Fábio Magalhães (1), Daymaro Salina (3), Luís Frade (1), André Gomes (7), Diogo Branquinho (1), Rui Silva (1), Leonel Fernandes (3), António Areia (3), Alexandre Cavalcanti (3), Miguel Martins (3), Victor Iturriza (3), Belone Moreira (3), Tiago Rocha e Manuel Gaspar (gr). Treinador: Paulo Pereira

Marcha do marcador: 2-4 (05 min), 3-8 (10 min), 5-8 (15 min), 6-11 (20 min), 9-13 (25 min), 11-15 (intervalo), 14-18 (35 min), 16-22 (40 min), 17-25 (45 min), 21-26 (50 min), 25-29 (55 min) e 27-34 (final).

Assistência: Ausência de espetadores devido à pandemia de Covid-19.

 

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