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A Associação Portuguesa de Décines-Charpieu e o Presidente Fernando Ribeiro organizaram no passado dia 30 junho, a tradicional Festa de S. João, este ano no Parc Miribel, à saída de Lyon, que contou com a presença de milhares de Portugueses que puderam passar um excelente momento com as suas famílias, gozando da música e da atuação de ranchos folclóricos ao longo de todo o dia e noite.

Também esteve presente o Cônsul Geral de Portugal em Lyon, o Conselheiro das Comunidades Portuguesas, Manuel Cardia Lima, e representantes da Mairie de Décines-Charpieu, nomeadamente António da Silva Dias, membro Comité Democracia, Desenvolvimento e Cultura da Mairie de Décines-Charpieu.

Na Festa foi possível almoçar e jantar pratos portugueses e pelo palco passaram diversos músicos e artistas, nomeadamente Maria Celeste e as suas bailarinas, Elena Correia e as suas bailarinas, Luís Manuel e bailarinas, Luís Portela e Leonel Figueiredo, mas também passaram os ranchos folclóricos Os Amigos de Décines, Etnográfico de Neuville-sur-Saône, Rio Lima Alto Minho de Caluire, Juventude do Alto Minho de St. Priest, Rosas do Minho de la Chapelle-de-Guinchay.

O Cônsul-Geral de Portugal em Lyon, Luís Brito Câmara, juntamente com a sua família, participou pela primeira vez nesta festa desde que chegou a Lyon em setembro de 2017, tendo aproveitado para felicitar o Presidente da Associação e a sua equipa pela «excelente iniciativa e organização da Festa de S. João que permite reunir milhares de compatriotas numa tradição de família, amizade e cultura portuguesa».

O Cônsul-Geral agradeceu o convite e o «bom acolhimento» e relembrou a importância das Comunidades portuguesas «continuarem a promover este género de iniciativas, que congregam o que Portugal tem de melhor (convívio, amizade e música), para além de sedimentar e reforçar o bom relacionamento e a amizade com a França».

Por fim, Luís Brito Câmara desejou a todos «umas boas férias» e sobretudo apelou a todos para que tenham «cuidados redobrados na estrada» se forem de automóvel a Portugal, tendo relembrado que Portugal «precisa de todos os seus cidadãos, sobretudo dos nossos compatriotas que residem no estrangeiro, trabalham e honram o seu nome com o seu trabalho e exemplo».

 

 

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