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Religião

 

No próximo domingo, dia 26, o Evangelho convida-nos a meditar a seguinte questão: «para Jesus, quem é o verdadeiro discípulo?». Graças a três respostas dadas a três “candidatos”, conhecemos algumas das condições para entrar no discipulado de Jesus e percorrer o Caminho que leva à plenitude da salvação. Que condições são essas?

«As raposas têm as suas tocas e as aves do céu os seus ninhos; mas o Filho do homem não tem onde reclinar a cabeça». Com a primeira resposta aprendemos que o discípulo deve despojar-se totalmente das preocupações materiais: para ele, o Reino tem de ser infinitamente mais importante do que as comodidades e o bem-estar material.

«Deixa que os mortos sepultem os seus mortos; tu vai anunciar o reino de Deus». A segunda resposta ensina que os deveres e obrigações deste mundo, mesmo os mais importantes, são secundários quando comparados com o compromisso de seguir Jesus Cristo.

«Quem tiver lançado as mãos ao arado e olhar para trás não serve para o reino de Deus». A terceira resposta sugere-nos que o discípulo deve despegar-se de tudo e fazer do Reino a sua prioridade fundamental: nada deve adiar ou demorar a nossa resposta.

É uma página do Evangelho que surpreende e choca pelo radicalismo e nível de compromisso que exige. Ao mesmo tempo, confirma-nos que Jesus não é um “guru” sedento de adeptos, disposto a atenuar as condições do discipulado ou a baixar o ideal de vida proposto, para aumentar o número dos fiéis da sua Igreja. O “Caminho” promete vida nova, vida em Deus! Mas pede sacrifícios, abnegação, fidelidade.

 

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