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A Casa Ponte da Barca em Lyon foi criada em 2019 e no seio desta associação evolui um grupo de bombos, uma fanfarra e um grupo etnográfico de folclore que representa tradições, danças e cantares da região de Ponte da Barca.

A maior parte dos membros dos grupos são oriundos da região de Ponte da Barca, no Minho. “Um grupo de amigos decidiu criar esta associação com os objetivos de representarem e darem mais valor e visibilidade aos trajes e tradições desta região” disse José Alves, Presidente da coletividade. “No início tivemos algumas ajudas, vindas de simpatizantes desta ideia, e depois, cada membro do grupo comprou o seu traje, segundo as diretivas dadas por mim e por outros responsáveis. Para a compra de instrumentos de música, concertinas, bombos, violas e cavaquinhos, também foram subsidiados pelos principais responsáveis que sou eu e o Fernando Barbosa”.

Inicialmente, o grupo solicitou um local para os ensaios a um amigo de José Alves, mas mais tarde, a Mairie de Vaulx-en-Velin disponibilizou-lhes locais onde se reuniam para os ensaios uma vez por semana. Logo no verão de 2019, o grupo já marcou presença num festival que se organizou em Bruxelas, a convite do grupo local “O Ribatejo”, onde obteve muito sucesso e fez amigos.

Para além do Presidente José Manuel Alves, a Casa Ponte da Barca de Lyon tem ainda na Direção a Vice Presidente Carol Morais, a Tesoureira Lurdes da Costa e a Secretária Cindy Alves. No total o grupo já tem cerca de 50 elementos no rancho folclórico e 15 no grupo de bombos, para além dos sócios e simpatizantes.

“Desde o início do mês de março, devido ao confinamento, o grupo comunica entre si através das redes sociais e por telefone, mas nunca mais nos reunimos. Alguns membros do grupo foram contaminados, mas não houve hospitalizações” confirmou José Alves ao LusoJornal. “Então tomamos a decisão de não planear mais nada e estamos à espera que tudo se acalme. Esperamos rapidamente poder continuar esta linda aventura”.

Segundo o Presidente da coletividade, a associação “não corre nenhum risco financeiro”, pois não tem despesas fixas com aluguer de sede, e o dinheiro que foi investido no início corresponde a donativos e pequenos subsídios da Mairie de Vaulx-en-Velin.

 

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