O Evangelho de hoje é uma correria: temos Maria Madalena apressada e ofegante na escuridão da manhã; temos Pedro e o discípulo amado que correm para o túmulo. É uma cena marcada
No Domingo de Ramos, entramos com Jesus em Jerusalém entre cânticos e aclamações. Mas a liturgia conduz-nos imediatamente ao relato da Paixão. É como se a Igreja nos dissesse: não te detenhas no entusiasmo do momento; entra plenamente no mistério
O Evangelho do próximo domingo (Festa da Sagrada Família) convida-nos a visitar de novo o presépio, mas descobrimos com surpresa que o cenário sereno do “menino nas palhinhas deitado” transformou-se completamente: os
No sábado dia 14 de dezembro, as crianças que frequentam a catequese da Pastoral portuguesa em Lyon prepararam um espetáculo que contava o nascimento de Jesus. A sala de convívio da igreja
O Evangelho do próximo domingo, dia 22, propõe-nos o relato, quase integral, do nascimento de Jesus, na versão do evangelista Mateus (é-nos apenas omitido o último versículo : «(…) ela deu à
No Evangelho do próximo domingo, dia 15, escutaremos a pergunta que, da prisão, João Baptista pede que coloquem a Jesus: «És Tu Aquele que há de vir ou devemos esperar outro?» João
Continuamos o caminho de preparação para o Natal e no Evangelho do próximo domingo, João Baptista descreve o Messias que irá chegar com estas palavras: «[Ele] tem a pá na sua mão:
No próximo domingo, dia 1 de dezembro, iniciaremos o primeiro ano do ciclo litúrgico trienal, o chamado “ano A”. O primeiro domingo do ano marca também o início do Advento (do latim
Em 1979 a igreja de Gentilly foi entregue à Comunidade portuguesa. A festejar 40 anos, a Église du Sacré-Cœur de Gentilly, no sul de Paris, precisava de ser renovada. Com a ajuda
Titulus Crucis (literalmente, “título da cruz”) é o nome tradicionalmente dado ao letreiro que, como escutaremos no Evangelho do próximo domingo, foi colocado no topo da cruz de Jesus. De facto, o
O Evangelho do próximo domingo, dia 17, faz parte dos famosos discursos sobre o “fim dos tempos” que encontramos normalmente nas últimas celebrações do ano litúrgico (de facto, está à porta o
Dizer abertamente «acredito na ressurreição dos mortos» é uma tarefa delicada. Por um lado, esta afirmação é um elemento irrenunciável da nossa fé. Por outro, sabemos que há quem veja na esperança
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