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Dois jornalistas da agência de imprensa e de produção de conteúdos para televisão Premières Lignes, do jornalista lusodescendente Paul Moreira, são as duas vítimas de um atentado com arma branca, em Paris, junto ao edifício da antiga redação do jornal satírico Charlie Hebdo.

Um dos dois feridos está em estado de “emergência absoluta”, mas no momento em que se escreve este texto, os dois estão livres de perigo.

Paul Moreira é jornalista, repórter, realizador, produtor e escritor. Esteve na criação de programas conhecidos na televisão francesa como Le Vrai Journal, 90 minutes (Canal+), Cash Investigation (France 2) e é o Vice-Presidente de Reporters sans Frontières. A sede da Premières Lignes está precisamente no mesmo edifício onde estava, até ao ataque de 2015, a redação do Charlie Hebdo, no 10 rue Nicolas Appert, em Paris 11.

Desconhecem-se, de momento, os motivos do ataque.

A antiga redação do jornal, na zona leste de Paris, foi palco, a 7 de janeiro de 2015, de um ataque ‘jihadista’ que fez 12 mortos e cinco feridos graves.

O julgamento dos presumíveis cúmplices desse e de outros ataques ‘jihadistas’ em Paris está a decorrer, desde o início de setembro, na capital francesa.

Entretanto, o Charlie Hebdo mudou as suas instalações depois do ataque de 2015.

 

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