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A Fundação Calouste Gulbenkian – Delegação em França, no âmbito do seu ciclo de conferências “Tout se Transforme”, organiza esta segunda-feira, dia 7 de outubro, às 18h30, um encontro com as artistas Sara Bichão e Manon Harrois, intitulado “Un pyjama pour deux”.

Nos últimos dois anos, Manon Harrois e Sara Bichão trabalham juntas e decidiram caminhar ao mesmo ritmo para aprofundar as suas pesquisas. Encontraram-se em residências: primeiro em Clermont-Ferrand / Dienne, região do parque natural dos vulcões de Auvergne e, mais recentemente, em duas ilhas vulcânicas portuguesas: a ilha de São Miguel (arquipélago dos Açores) e da ilha da Madeira. Elas compartilham uma respiração comum, andam, codirigem e vivem no mesmo terreno de pesquisa onde esculturas, desenhos, pinturas e performances se hibridam livremente.

Atualmente, depois de muitas experiências e descobertas individuais e coletivas, propuseram “Un pyjama pour deux” no Centre d’art contemporain / Passages no dia 3 de outubro de 2019.

É a antropologia de uma criação a duas que investe esta nova exposição e o encontro que terá lugar na Fundação Gulbenkian a 7 de outubro. É uma escultura social, uma paisagem do qual o coletivo será tanto o retrato como o resultado da atividade.

As artistas tentarão voltar às suas últimas exposições que são o prolongamento uma da outra: “Quando somos 2 somos três” – Fundação Portuguesa das Comunicações – Lisboa (novembro de 2018) e agora “Un pyjama pour deux” – Centro de Arte Contemporânea / Passagens, em Troyes.

Sara Bichão nasceu em 1986 em Lisboa, onde vive e trabalha. Obteve o seu mestrado em Artes Visuais nas Belas Artes da Universidade de Lisboa em 2011, integrou várias residências de artistas, Residency Unlimited, NYC, EUA (2012); PIRA ADM, México (2016); Artists in Residence, Clermont-Ferrand (2017); Arquipélago Centro de Artes, São Miguel – Açores (2018); Cité Internationale des Arts, Paris (2019).

Expõe desde 2009 em espaços como o Museu de Arte Contemporânea de Lyon, a Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa), a Fundação Arpad Szenes – Vieira da Silva (Lisboa), o Atelier-Museu Júlio Pomar (Lisboa), o MAAT (Lisboa), Arquipélago Centro de Artes (São Miguel – Açores), CIAJG (Guimarães), Galeria Barbara Davis (Houston, EUA), Galeria Rita Urso (Milão, Itália), Centro Cultural (Belgrado), Galeria Arevalo (Miami, EUA), Galeria do Galo (Nova York, EUA).

Sara Bichão obteve bolsas do Instituto Francês e da Fundação Calouste Gulbenkian para desenvolver o seu trabalho de investigação.

Manon Harrois nasceu em 1988 em Reims, França. Vive e trabalha em Troyes. Formada pela ENSAAMA Olivier de Serres em 2009, é apadrinhada por Germain Viatte. Foi vencedora do Prémio de Pesquisa Jean Walter Zellidja da Academia Francesa. Passou um ano no deserto do Saara, no Níger, ao lado de nómadas (Tuareg, Fulani). Apresentada por Gilles Fuchs, expôs na Galerie Premier Regard (2014). Integrou diferentes residências artísticas: RU Residency Unlimited Center, Nova York, EUA (2014); CAC Passages, Troyes (2014); MAC Valdivia, Chile (2015); CAMAC Marnay sur Seine (2016); Fundação de Arte Sharjah (2016), UEA; Artista residente, Clermont Ferrand (2017); CNCM Césaré, Reims (18-17 2016); FRAC Champagne Ardenne, Reims (2018); Arquipélago Centro de Artes – São Miguel – Açores (2018); Porta 33, Madeira (2018); Igreja dos Trinitários, Metz (2019). Expõe e faz performances desde 2011 em diferentes espaços culturais na Europa e em África.

Manon Horrois recebe para esta pesquisa desde 2011 o apoio da DRAC Grand Est et région Grand Est, além do mecenato da empresa Prisme. Prepara para outubro o lançamento de uma edição com François Quintin.

 

Fundação Calouste Gulbenkian – Delegação em França

39 boulevard de la Tour-Maubourg

75007 Paris

Reserva obrigatória: https://urlz.fr/auHj

 

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