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Comunidade

 

O Conselho da Diáspora Madeirense defendeu que a Assembleia Legislativa da Madeira e a Assembleia da República devem “agir em conformidade”, no sentido de consagrar o direito de voto aos emigrantes nas eleições regionais, a exemplo do que acontece para o Parlamento nacional.

O Conselho da Diáspora Madeirense é um órgão consultivo do Executivo regional composto por 21 elementos, que representam dez Comunidades de emigrantes: Venezuela, África do Sul, Reino Unido (as maiores), Austrália, Brasil, EUA, Europa, Caraíbas, Canadá e Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

Outra das conclusões prende-se com a rede consular, com os Conselheiros a insistirem para que o Governo da República proceda à melhoria dos serviços, dotando-os de meios humanos, técnicos e financeiros adequados à prossecução da sua missão.

O Conselho da Diáspora Madeirense criticou, por outro lado, a companhia aérea TAP, por não ter reestabelecido uma frequência direta entre Lisboa e Joanesburgo, na África do Sul, onde reside uma das maiores Comunidades. “De igual forma, censura a inexistência de ligações diretas entre a Madeira e países que acolhem milhares de madeirenses, como a referida República Sul-Africana, a Venezuela e o Brasil”, disse Rui Abreu, Diretor regional das Comunidades e Cooperação Externa, reforçando ser também “incompreensível” os elevados preços praticados pela TAP nos voos com destino à Madeira.

 

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