Uma senha ser-lhe-á enviada por correio electrónico.
Comunidade

 

O corpo de uma mulher encontrada completamente desmembrada, mutilada e decapitada numa casa abandonada no dia 19 de setembro, em Mont Saint Martin, perto de Longwy (54) é finalmente o da jovem Daniela Santos, uma Portuguesa que residia no Luxemburgo.

Sem encontrar ainda a cabeça da vítima, a polícia francesa chegou à identidade da portuguesa graças às múltiplas tatuagens no corpo, ao piercing no umbigo e trabalhou em colaboração com a polícia luxemburguesa. A polícia luxemburguesa divulgou as tatuagens e depois só necessitou de fazer testes ADN para concluir que se trata mesmo de Diana Santos, 40 anos, originária de Caxinas, Vila do Conde.

O corpo foi descoberto por acaso, por um adolescente, numa casa em ruínas, em território francês, mas nas fronteiras com a Bélgica e com o Luxemburgo. O rapaz alertou o dono de um bar próximo da ruína, que por sua vez chamou a polícia. De imediato a polícia disse trata-se de um corpo de mulher, entre 20 e 35 anos, sem qualquer ferimento, nem sinais de violência sexual. A polícia diz que, pela análise do corpo, se conclui que não foi morta por arma branca, uma faca por exemplo, nem por tiro. Falta um elemento importante do corpo, a cabeça, e a polícia desconfia que a jovem poderia ter sido morta a esse nível. A polícia concluiu ainda que a jovem teria sido morta e desmembrada noutro lugar, e levada para ali, porque não havia sinais de sangue.

Diana Santos era conhecida na Comunidade portuguesa do Luxemburgo porque cantava em karaokes.

 

Donativos LusoJornal
X