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Paulo Silva dirige o grupo Portlane, das quais fazem parte três empresas, uma delas – na área das telecomunicações – está instalada em Wambrechies, no Norte de França.

LusoJornal quis saber como o responsável do grupo, com empresas em Portugal e em França, vê o momento atual de pandemia do Covid-19 e quais as repercussões sobre o grupo e sobre os seus trabalhadores.

 

Como está a passar este momento de pandemia?

Embora com certas limitações, todas as empresas do grupo, tanto em França como em Portugal, estão a trabalhar. O grupo Portlane é um pequeno grupo empresarial, constituído por 3 empresas que atuam na área da tecnologia e comunicações. Atualmente temos projetos em curso em Portugal e França tanto em sistema de cobrança e vigilância de tráfego (péage), como em construção de redes de fibra ótica. A TBEE é a empresa do grupo na área tecnológica em desenvolvimento de soluções inovadoras na área de publicidade, comunicação e saúde. O grupo Portlane faz parte, a nível de todas as suas componentes, de áreas sensíveis neste período em que vivemos, tanto a nível da saúde, como a nível das telecomunicações.

 

A situação atual preocupa-o?

A situação atual é muito preocupante já que o grau de incerteza é muito grande, o que para o ambiente empresarial representa um enorme risco. A conjuntura económica atual de recessão irá trazer muitas dificuldades para muitas empresas, o que representa só por si um enorme desafio.

 

O que espera do “novo mundo” após sairmos da presente pandemia?

Claramente iremos ter um “novo mundo” que nos vai obrigar a novas metodologias e irão surgir novas oportunidades. Historicamente, sempre que existem crises, o mundo fica diferente e evolui. Como já o foi no passado, a pós a 1ª e a 2ª Guerra mundial.

 

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