1314: Morre, com 54 anos, o francês Bertrand de Got, Papa Clemente V de Avignon.
1846: Nasce Serpa Pinto, militar e explorador português, responsável pela travessia do continente africano entre Angola e Moçambique.
1889: Nasce o ditador alemão Adolf Hitler, em Braunau am Inn, Áustria.
1902: O casal francês Pierre e Marie Curie isolam o elemento químico rádio.
1958: É apresentada a candidatura de Arlindo Vicente à Presidência da República Portuguesa. Um mês depois, o advogado retira-se, a favor de Humberto Delgado.
1972: O módulo lunar da Apolo 16 da agência espacial NASA desce na Lua.
1985: Carlos Lopes estabelece, em Roterdão, Países Baixos, a melhor marca mundial da maratona ao bater em 54 segundos o anterior recorde, pertença do britânico Steve Jones.
1987: A atleta portuguesa Rosa Mota vence, pela primeira vez, a Maratona de Boston, Estados Unidos.
1992: A escritora portuguesa Fernanda Botelho recebe o Prémio Eça de Queiroz de Literatura pelo romance “Festa em Casa de Flores”.
1994: Paul Touvier, 79 anos, antigo chefe dos Serviços de Informação da milícia pró-nazi francesa, é condenado a prisão perpétua pelo tribunal de Versailles por crimes cometidos contra a humanidade.
2013: Morre, com 100 anos, Dirce Navarro de Camargo, considerada a mulher mais rica do Brasil e viúva do fundador do grupo Camargo Corrêa, Sebastião Camargo.
2014: Morre, com 64 anos, o estilista António Augustus. Vestiu mulheres como a fadista Amália Rodrigues e a pintora Maluda e teve em 2002 Maria José Ritta, mulher do então Presidente da República Jorge Sampaio, a desfilar no Casino da Figueira da Foz com um vestido da sua autoria.
2017: O Papa Francisco anuncia a canonização dos pastorinhos Francisco e Jacinta a 13 de maio, no centenário das “aparições” de 1917.
2022: José Ramos-Horta é eleito pela segunda vez Presidente da República de Timor-Leste, com 62,09% dos votos, derrotando o chefe de Estado, Francisco Guterres Lú-Olo.
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Este é o centésimo décimo primeiro dia do ano. Faltam 255 dias para o termo de 2026.
Pensamento do dia: “O homem é um ser que se criou ao criar a linguagem. Pela palavra, o homem é uma metáfora de si mesmo”. Octávio Paz (1914-1998), poeta, ensaísta e diplomata mexicano.




