Dia 25 de abril, Dia da Liberdade

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1920: O Comando Supremo Aliado, resultante dos vencedores da I Grande Guerra, atribui ao Reino Unido os mandatos da Mesopotâmia e Palestina, e à França os da Síria e do Líbano.

1974: Às 00h20, é transmitida a senha da Operação Fim do Regime, no programa Limite da Renascença: “Grândola, Vila Morena”, de José Afonso. Horas depois, a Escola Prática de Santarém, comandada por Salgueiro Maia, ocupa o Terreiro do Paço e, mais tarde, o Largo do Carmo. Ao fim da tarde, o Presidente do Governo, Marcello Caetano, rende-se.

1974: A primeira Lei da II República Portuguesa destitui o presidente Américo Thomaz e Marcello Caetano, dissolve a Assembleia Nacional e o Conselho de Estado.

1974: Reunião do Quartel da Pontinha. Os oficiais Vítor Alves, Franco Charais, Vítor Crespo e Costa Martins fazem prevalecer o programa do Movimento das Forças Armadas perante António de Spínola e a recém-formada Junta de Salvação Nacional.

1975: Eleições para a Assembleia Constituinte com uma taxa de participação de 91,7%. São as primeiras eleições livres, por sufrágio universal, sem constrangimento de estatuto social, nível de instrução ou sexo. O PS obtém 37,9% dos votos, o PPD 26,4%, o PCP 12,5%, o CDS 7,6%, o MDP-CDE 4,1% e a UDP 0,7%.

1997: É inaugurado o monumento ao 25 de Abril, da autoria do escultor João Cutileiro, no Parque Eduardo VII, em Lisboa.

2004: João Paulo II beatifica Alexandrina da Costa, a Santa de Balasar.

 

Este é o centésimo décimo quinto dia do ano. Faltam 250 dias para o termo de 2022.

Pensamento do dia: “Esta é a madrugada que eu esperava, o dia inicial inteiro e limpo onde emergimos da noite e do silêncio e livres habitamos a substância do tempo”. Sophia de Mellho Breyner Andresen (1919-2004), escritora e filóloga portuguesa.

 

LusoJornal