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Diogo Teixeira assume, a partir de segunda-feira, a Direção da companhia de seguros Império, substituindo Vitalino de Ascensão que se aposenta. Diogo Teixeira conhece a empresa desde pequeno já que é filho do fundador da Império em França, Santos Teixeira.

José Santos Teixeira chegou a Paris no início dos anos 70 para criar a sucursal da seguradora portuguesa. Vitalino de Ascensão é Diretor Geral até esta sexta-feira e vai despedir-se com a inauguração de uma exposição de Manuel Cargaleiro, na sede da empresa em Levallois Perret.

Durante cerca de um ano, Diogo Teixeira assumiu as funções de Diretor Geral Delegado para se inteirar completamente da vida da empresa, até assumir, a partir de 1 de julho, as novas funções de Diretor Geral.

Vitalino de Ascensão respondeu às perguntas do LusoJornal.

 

Como veio para França?

Eu quando era jovem, não tinha dinheiro, mas adorava viajar e durante os meus anos da universidade praticamente viajei 2 a 3 meses por ano. Já nessa altura dizia que um dia queria trabalhar no estrangeiro. Quando acabei o meu curso, em 1980, fui para a Império, era das poucas empresas em Portugal que tinham delegações no estrangeiro – Inglaterra, França, Grécia, Espanha,… Comecei a trabalhar na informática, mas rapidamente pedi para passar para o seguro de vida. E sem pedir, sempre fiz o necessário para que alguém notasse e me convidasse para ir para o estrangeiro. A primeira vez que o seguro em Portugal passou a ser um produto financeiro foi criado por mim, o Império Investimento e a Conta Poupança Reforma. A Império pediu-me para eu vir fazer um estágio na delegação de França.

 

Em que ano estávamos?

Comecei a vir em 1984. Vinha cá trabalhar na instalação informática e na reformulação de produtos financeiros. Conheci o Dr. Santos Teixeira que me disse: “você é a pessoa que me interessa, gosta de informática, percebe de seguro de vida, tem conhecimentos internacionais, logo vou fazer tudo para você vir para França”. Vim por meio ano, depois fiquei mais meio ano e depois fiquei cá, acabei por conhecer aqui a minha mulher, por casar e um projeto de meia dúzia de meses, tornou-se num projeto de vida. Trabalhei sempre com o Dr. Santos Teixeira, depois durante dois anos ele esteve muito ausente porque foi dirigir a Império em Portugal, foi ele que preparou a privatização, e eu dirigi a companhia aqui em França.

 

Depois assumiu verdadeiramente a Direção Geral…

Sim e é quase um milagre a Império ainda existir. Eu quando saí de Portugal, o panorama dos seguros era a Império, de longe a maior, a Mundial Confiança, a Fidelidade,… quase nada disto existe hoje. Quando cheguei a França, a maior seguradora era a UAP, depois a AGF, a GAN, nada disto existe. A Império passou por 5 ou 6 acionistas, foi nacionalizada, privatizada, foi para o Millenium, foi para os Holandeses e continua a existir. Já não temos casa-mãe e continuamos a existir. Imagine a importância da Império, apesar de termos perdido as referências, de termos perdido a casa-mãe, grandes companhias no mundo desapareceram todas e nós continuamos a existir e isso tem muito a ver com a nossa filosofia de estar na vida, de lidar com os clientes, de pormos os clientes acima de tudo. Você sempre constatou que nunca foi minha preocupação aparecer nos jornais, porque a minha preocupação sempre foi ter o melhor serviço possível para os clientes.

 

Qual é a fotografia atual da Império?

No ano passado tivemos 80,3 milhões de euros de volume de negócio, mais de 700 milhões de ativos sob gestão, somos 53 empregados, 155.000 pessoas sob risco, somos uma companhia que distribui na França inteira por cinco redes diferentes: a nossa rede é a mais antiga, a rede do Banque BCP que é nosso parceiro há 47 anos (através dos bancos que deram origem ao Banque BCP), o nosso acionista (que contrariamente ao que podia ser de esperar, devia ser a empresa comprada a vender os produtos da casa mãe, aqui é o inverso), uma rede de corretores franceses na França inteira, e um dos maiores atores da venda pelo telefone em França.

 

Então não tem só clientes portugueses…

Não, não são clientes só portugueses. Evidentemente que continuamos a ser uma companhia muito focada na clientela portuguesa, mas não só. As soluções que nós conseguimos colocar no mercado levaram a que grandes corretores grossistas vieram ter connosco dizendo-nos que querem distribuir os nossos produtos. Hoje a Império é uma companhia extremamente importante, nos últimos 10 anos multiplicou praticamente por 2,5 o volume de negócios, num mercado praticamente estabilizado. Mas não podemos esquecer que o que nós somos, devemos à Comunidade portuguesa, por isso é que nós participamos em muitas manifestações que têm muito a ver com a Comunidade portuguesa e o mínimo que podemos fazer é darmos uma certa retribuição.

 

Quem é atualmente o principal acionista da Império?

A Império foi criada em 1971 em França, fundada pelo Dr. Santos Teixeira, na altura pertencia ao Grupo Mello, um grupo que tinha 17% do PNB em Portugal. Em 1975 foi nacionalizada, como todas as grandes companhias de seguros portuguesas. Em 1992 foi reprivatizada, voltou à família Mello, que no final dos anos 90, juntou todos os ativos no BCP. Ora, o BCP tinha um acordo com um grande grupo mutualista holandês e vendeu-lhe as seguradoras todas. Há cerca de 7/8 anos fomos comprados pelo nosso acionista atual que é a SMA-BTP.

 

Quem é a SMA-BTP?

É uma mútua que fez nestes dias 160 anos. São os líderes mundiais do seguro de construção, não apenas em França! Como é uma mútua, não tem acionistas, mas sempre foi gerida pelas duas maiores federações que há em França, a Federação dos Trabalhos Públicos e a Federação da Construção Civil, são eles que nomeiam os Presidentes. Por isso é uma mútua que está intrinsecamente ligada à Comunidade portuguesa, porque a Comunidade portuguesa sempre esteve muito diretamente ligada à construção civil e aos trabalhos públicos. Aliás, tradicionalmente há sempre vários Administradores de origem portuguesa. É uma mútua riquíssima, é a mútua que tem as maiores reservas de França em termos relativos, extremamente estável e que não interfere no nosso negócios do dia-a-dia. É importante para os nossos clientes saberem que têm por detrás uma mútua riquíssima, como sabe, as mútuas não distribuem dividendos, por isso vão enriquecendo todos os anos.

 

E porque razão comprou a Império?

Há vários anos que eles procuravam uma companhia que fosse rentável, que fosse tecnologicamente autónoma, tanto em termos de conceção de produtos, como em termos de distribuição, fizeram um estudo no mercado, contrataram uma empresa de consultores e foram eles que foram bater à porta dos nossos antigos acionistas holandeses para comprar a Império. Também por ser uma companhia ligada à Comunidade portuguesa, uma Comunidade que eles conheciam bem. Nós somos perfeitamente autónomos, aliás foi por isso que sobrevivemos, Portugal era muito distante, aqui os produtos eram diferentes, a legislação é diferente, mas mesmo a nossa casa-mãe foi quem nos acompanhou mais. Depois, com os nossos acionistas holandeses, a realidade era muito diferente, nós sempre tivemos uma autonomia total. A nossa ferramenta informática é um dos nossos maiores trunfos, foi concebida por nós, é espetacular, não dependemos de ninguém, não dependemos de sociedades exteriores, todos os nossos produtos foram constituídos por nós, não dependemos de redes de corretores para a conceção dos produtos, e foi isso que eles procuraram, uma empresa com uma grande autonomia e estão super contentes connosco, citam muito a Império como sendo o melhor negócio que fizeram.

 

É a única ligação deles com Portugal?

Não. Um dia os Administradores vieram ter connosco, disseram-nos que queriam comprar uma seguradora em Portugal, juntei duas pessoas comigo, estudámos a situação e 15 dias depois foram bater à porta da Vitória para comprar a seguradora Vitória. Aliás, a Império também passou a ser acionista da Vitória. Entretanto já fizeram grandes investimentos imobiliários em Lisboa. O grupo tem investido fortemente em Portugal.

 

O que caracteriza a Império nos últimos anos?

Uma taxa de crescimento constante, muito superior ao mercado. No final de maio estamos com 31,95% de crescimento de volume de negócios, se continuarmos assim, ultrapassaremos no final do ano os 110 milhões de euros. É um grande orgulho termos uma companhia inicialmente portuguesa, que consegue manter-se aqui, com um crescimento grande, autónoma, com produtos financeiros com taxas de rendimento no leque alto do mercado, há 10 anos, com produtos de providência interessantes também para pessoas que não têm nada a ver com a nossa Comunidade.

 

E porque vai deixar a Império?

Estava previsto, no meu contrato de trabalho, reformar-me aos 60 anos. Quando o grupo SMA-BTP comprou a Império pediu-me para ficar mais dois anos e eu respondi que sim, que ficava com o maior prazer. Os 62 anos já passaram há um ano e chega um momento em que, quando se tem alguma saúde, alguma mobilidade, temos de tirar maior partido da vida.

 

Vai regressar a Portugal?

Vou partilhar-me entre os dois países. O grupo convidou-me para ser Administrador da Império, já não vou ter nada a ver com a Direção executiva, mas são 3 ou 4 reuniões por ano. Eu adoro as pessoas que trabalham aqui, adorarei voltar cá, tenho a certeza que a empresa vai continuar num ritmo de sucesso e terei prazer em continuar a acompanhar de fora.

 

Há cerca de um ano que estão a fazer esta transição…

As conversas com o Diogo Teixeira já datam de há mais de 3 anos. Na altura o grupo pediu-me qual o perfil da pessoa que devia substituir-me, eu penso que devia ser uma pessoa com a dupla cultura, com uma cultura financeira, experiência de seguros, e de empresário e o Diogo Teixeira corresponde a estes critérios. Em qualquer empresa com bom senso, as transições fazem-se assim.

 

A dupla cultura ainda é importante nesta empresa?

Sim, é fundamental. Para se ter sucesso, ou se é muito grande, ou se é diferente e nós temos tido muito sucesso porque fazemos as coisas de uma maneira diferente, tendo um verdadeiro valor acrescentado. E a nossa diferença é que conhecemos bem a Comunidade portuguesa, a capacidade que os Portugueses têm de encontrar soluções rapidamente, e o grupo insiste em guardarmos esta dupla cultura. Os Portugueses de França não vivem fechados entre si e damo-nos bem com os vizinhos franceses. Nós também somos assim, temos é de ter produtos, soluções e tecnologia para responder às necessidades das pessoas. A Império não vende seguros, não vende contratos, a Império vende prestações. A filosofia da Império é que, quando as pessoas tiverem problemas, nós temos de estar presentes. Na Império há uma regra: se podemos pagar hoje, então devemos pagar hoje. Eu não quero dizer que nós somos a companhia mais barata de todas, quero é ser a companhia que, quando há um problema, põe menos problemas aos clientes.

 

O mundo dos seguros tem mudado muito…

Quando vim para França, os produtos que representavam 95% das vendas, e que nós pensávamos que eram eternos, desapareceram todos. Se não houver uma preocupação constante em se adaptar, uma companhia desaparece. Isso tem de ser feito em permanência. E a grande diferença da Império é que, lançar um produto novo num grande grupo representa 2 a 3 anos de trabalho, enquanto que na Império representa 2 a 3 meses, somos uma equipa pequena, mas com pessoas com muita formação, muito polivalentes, na Império toda a gente conhece praticamente de tudo, o que permite uma grande agilidade. Aqui qualquer cliente e qualquer empregado pode falar com o Diretor Geral. Temos sempre a porta aberta. Aliás os clientes vêm cá regularmente e são bem tratados, tomam um café connosco, um chá. Em 50 anos nunca tivemos um conflito laboral. As pessoas passam a maior parte do tempo aqui, mais do que em casa, por isso têm de ter todas as condições no ambiente de trabalho.

 

A empresa fica em boas mãos?

Tive muito prazer em estar todos estes os anos aqui. A Império foi uma escola para muitos jovens e tenho a certeza que o Diogo Teixeira continua neste sentido. A companhia fica efetivamente em boas mãos. Desejo ao Diogo muito sucesso porque o sucesso dele é o sucesso de todas as pessoas que aqui trabalham e dos que já por aqui passaram.

 

Diogo Teixeira quer manter a filosofia da Império

 

Diogo Teixeira nasceu em França em 1974, três anos depois do pai ter chegado a Paris para fundar a Império. Trabalhou numa das sucursais da Império durante dois anos, depois fez carreira em empresas americanas e francesas.

 

Qual foi o seu percurso enquanto empreendedor?

Uma das minhas primeiras experiências foi de participar no lançamento de um corretor de seguros por internet, que se chama Empruntis e que desenvolvemos no início dos anos 2000, com a primeira onda da internet. Foi a minha primeira abordagem a uma vida de empreendedor. Em 2007 vendi a participação nessa startup, na altura eu estava a trabalhar no Crédit Agricole, e decidi com a minha esposa ir para Portugal, com a vontade de conhecer o país, onde realmente nunca tinha divido para além das férias, e sobretudo ter uma vida diferente da vida que tínhamos em Paris com crianças pequenas. Fomos para Portugal para montar uma sociedade gestora de fundos de investimento, com a particularidade que era a única sociedade na altura, independente, que não pertencia nem a uma seguradora, nem a um banco, a Optimize Investment Partners. Passou-se bem, num contexto complicado, com a crise financeira de 2008 e com o colapso português de 2011 e a chegada a Troïka a Portugal. Mas foi uma experiência enriquecedora e conclusiva. Cedemos essa estrutura montada com a minha esposa e o meu pai, em 2018 a uma sociedade de corretagem, também de pequena dimensão. É uma sociedade que hoje gere 150 milhões de euros de ativos, com uma estrutura de apenas 15 pessoas. Ao longo de 10 anos construímos efetivamente uma história interessante.

 

E depois chegou-lhe o convite para vir dirigir a Império…

Em 2011 o meu pai foi convidado para Administrador da Império e um Administrador da SMA-BTP integrou o Conselho de Administração da Optimize. Começámos a conviver nos Conselhos de administração, mas o meu pai só tomou conhecimento que eu vinha assumir estas funções dois meses antes de eu vir para Paris. Eu sempre tive como ideia que o projeto em Portugal seria temporário. Eu sinto-me muito francês, apesar de ter raízes portuguesas, a maior parte da minha família vive cá, os meus irmãos, sobrinhos, a minha esposa é francesa, os meus sogros vivem cá, os meus pais vivem entre os dois países, todos os meus amigos vivem cá. Tínhamos como projeto regressar a França um dia, e esta foi a oportunidade de continuar numa estrutura empreendedora, com dimensão humana, não só pelo tamanho, mas também pelo espírito. É importante, num projeto profissional, que as pessoas se sintam bem e esse sentimento para mim requere de facto uma relação direta com os colaboradores e com os clientes. Temos 52 pessoas na Império em Paris mais 16 pessoas na Império Suíça, conhecemos o nome de cada um, conhecemos a história de cada um, alguns dos colaboradores estão cá há muito tempo e conhecem-me desde que andei pelos escritórios da Império quando era pequeno. Sobretudo é uma estrutura onde, quem tem a sorte de estar na Direção Geral pode ver concretamente o caminho que a empresa está a seguir e dirigir esse caminho. A Império é um projeto de contínua adaptação, não só com uma Comunidade portuguesa em contínua evolução, com uma primeira geração que já chegou claramente à idade da reforma, que já regressou a Portugal ou que já não está cá, uma segunda geração com hábitos de vida bastante diferentes e também um fluxo de emigração contínuo que continua a manter a ponte entre os dois países. Continuar esta história é participar nesta adaptação da Império, dos produtos, das ferramentas, em termos de distribuição, em termos de sistemas de operação, de formas de trabalhar, é um projeto interessante para quem gosta de empresas desta dimensão.

 

A Império também tem uma empresa na Suíça?

É a única sucursal que temos, desde 1997, e depende a 100% da França. Temos licença para atuar na Bélgica, no Luxemburgo e até em Portugal.

 

O que há ainda para inovar na Império?

Tudo. Como sabe, o mundo financeiro está numa mudança estrutural, na forma como contactar o cliente, na forma de gerir o cliente e mesmo na forma de construir a oferta que se propõe ao cliente. A agilidade da Império – que está no nosso ADN e que faz com que hoje somos fornecedores da SMA BTP ou de grandes corretores – tem de ser conservada neste setor em profunda mutação. É um setor que sofreu alterações drásticas em termos de regulação. Na última década, a crise foi causada pelos bancos, mas as seguradoras apanharam por tabela, com um conjunto de normas de funcionamento, muitas vezes rígidas e pesadas e que fazem com que, se quisermos conservar a nossa agilidade, temos de adaptar as nossas formas de trabalhar para que esse peso regulatório não seja um peso para o cliente, nem na forma de relacionamento com a sua seguradora, nem em termos de custos dos produtos que vai comprar. Este é um dos grandes desafios.

 

Os clientes também mudam, não é?

Há sobretudo alteração dos meios de consumo. Os nossos concorrentes amanhã, podem deixar de se chamar Axa, Fidelidade ou Grupama e passarem a chamar-se Amazon, Google ou N26 e passarem de um modo de consumo anual a um modo de consumo onde se paga um prémio diário ou até à utilização. Há poucos dias houve uma regulamentação significativa das trotinetes, hoje em dia ninguém sabe muito bem qual é o seguro que garante a responsabilidade civil de quem está em cima de uma trotinete. É um veículo ou não? A pessoa está a utilizar o veículo de um terceiro, que eu saiba esse terceiro não tem um seguro que cubra os danos que o utilizador cause a terceiros. Provavelmente o utilizador não necessita de um seguro anual, mas necessita de um seguro por utilização. Isto é apenas para lhe dar um exemplo. As dificuldades que têm hoje as pessoas que vivem em dois países para cobrirem as suas despesas de saúde, com sistemas que não foram concebidos para funcionar de forma perfeita entre dois países, é uma realidade nova. A seguradora tem de se adaptar, tem de propor produtos, tem de ir à procura de soluções porque para o cliente, hoje, face às suas novas formas de consumir, as respostas não são simples.

 

E a Império tem essa capacidade de resposta?

Numa estrutura de 60/70 pessoas, a proximidade do Diretor Geral com o cliente é imediata. Nós cruzamos os clientes todos os dias. Tenho a consciência de ter uma grande sorte de chegar hoje à Império, não só pelo desafio pessoal, mas sobretudo pelo facto da companhia ter todas as ferramentas para vencer nas próximas décadas e continuar a desenvolver-se a um ritmo saudável e interessante para os colaboradores, para os clientes e para os acionistas. O trabalho junto da Comunidade portuguesa continua a ser muito importante. De entre os meus irmãos, eu sempre mantive uma forte ligação com Portugal, isso vai continuar na ADN da empresa. Essa é uma vontade dos nossos acionistas de continuarmos a ser uma instituição de referência junto da Comunidade portuguesa em França e na Suíça e continuarmos a apoiar essa Comunidade tanto nos momentos bons, como nos momentos menos bons.

 

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