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Desporto

 

Portugal inicia a participação no Europeu de Hóquei em patins diante da Alemanha, na próxima segunda-feira, dia 15 de novembro, seguindo-se a França no dia 16, Itália (17), Espanha (18) e Andorra (19). O dia 20 de novembro está reservado à final, que juntará os dois primeiros classificados apurados no formato de Campeonato. A Espanha é a campeã europeia em título.

A Seleção portuguesa, liderada por Renato Garrido, entrou em estágio no Luso, em 28 de outubro, mudando-se na segunda-feira desta semana para Paredes, no norte do país, em cujo pavilhão multiusos realizou hoje o terceiro treino do programa final de preparação para a prova, que prosseguirá no regime de treinos bidiários, à porta fechada, até ao início da competição, no dia 15.

O hoquista Jorge Silva manifestou hoje o desejo de ver Portugal disputar a final do Europeu da modalidade, resgatando em Paredes o título perdido em Lordelo, no mesmo concelho, em 2012. “O nosso grande objetivo é jogar o jogo decisivo. Jogamos em casa, pela segunda vez no concelho de Paredes, onde passámos pelo sentimento desagradável de 2012, e queremos muito ganhar”, disse Jorge Silva aos jornalistas, no pavilhão multiusos de Paredes, palco deste Europeu.

O experiente hoquista, de 37 anos, marcou presença nesse Europeu de 2012, em Lordelo, no concelho de Paredes, e tem bem presente o título perdido para a Espanha nos segundos finais da prova, a primeira disputada no formato de ‘todos contra todos’.

A edição deste ano acrescenta à modalidade de campeonato uma final. “Neste formato temos de estar atentos em todos os jogos, porque não há lugar ao erro, mas não temos problemas por nos apontarem o favoritismo. Queremos muito acabar esta primeira fase, digamos, nos dois primeiros lugares, para, depois, jogarmos a final. Aliás, o que nos interessa é ver Portugal contra alguém na final”, afirmou Jorge Silva.

O avançado da Oliveirense quer procurar juntar o título mundial, conquistado por Portugal em Barcelona, Espanha, em 2019, ao europeu, uma competição que vai disputar pela sexta vez e que ainda não venceu.

“Este é dos grupos mais experientes, fortes e unidos, funcionando como uma verdadeira família. Passámos por dificuldades no Mundial e soubemos unir-nos pelo objetivo coletivo, por isso, nesta equipa os egos e as estrelas ficam para segundo plano”, concluiu Jorge Silva.

O avançado do FC Porto e melhor marcador da liga portuguesa de hóquei em patins, com 20 golos em oito jogos, disse sentir-se “confiante” e relativizou a pressão acrescida que Portugal poderá sentir por ser anfitrião da prova, tendo em conta que “não se ganha sem pressão”.

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