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Cultura

 

A edição deste ano do “Dancefloor – Jump to the Drop”, o maior festival português de música eletrónica em geral e de hardstyle em particular, decorreu no Altice Forum Braga neste fim de semana, nos dias 29 e 30 de julho, mas foi organizado a partir de Paris pelo casal Tiago e Catarina Martins.

Esta edição do Festival estava anunciada para 2020, mas acabou por ser adiada dois anos par razões evidentes de pandemia de Covid-19. “Foi uma edição difícil em termos de gestão, mas com muita energia, sorrisos, abraços e alegria” disse no fim do evento Tiago Martins, o promotor do festival. “O nosso objetivo sempre foi e será, dar ao nosso público momentos únicos na área da música eletrónica, momentos de alegria, loucura e espetáculo, como sempre o fizemos desde a primeira edição”. O festival começou por ter lugar em Leiria, antes de se mudar para Braga.

Logo no primeiro dia, o festival não podia ter corrido melhor, com 2.300 pessoas para assistirem às estreias em território português de Hugel e Gunz for Hire, bem como aos repetentes Mayze & Faria, Dubdogz, Kaiser-T e Louis. Um público muito diversificado com portugueses, lusodescendentes e ainda muitos espanhóis, franceses, ingleses, holandeses, alemães, brasileiros… Braga acabou por ser, neste fim de semana, a cidade portuguesa como a maior pista de dança.

Neste primeiro dia, surpresas não faltaram, com o festival a trazer Louis, DJ e produtor português em ascensão, que fez as delícias do vasto público que marcou presença, sobretudo da forte comunidade de hardstyle em Portugal. Para além disso, este primeiro dia contou com a estreia da mascote do festival, que fez questão de marcar presença não só em cima do palco, como também no meio da plateia, interagindo com os festivaleiros.

Os Dubdogz, artistas brasileiros, estrearam-se este ano no Dancefloor, numa pista de dança repleta de conterrâneos que fizeram questão de marcar presença para ver este duo de irmãos gémeos.

No segundo dia, o cabeça de cartaz foi Acraze e teve a sua estreia absoluta em solo nacional. Acraze é o produtor por detrás do hit “Do it to it” que tem estado no topo das tendências globais, sendo por isso, uma das grandes atrações da noite.

A noite começou com Stevie Krash, mais um artista português que foi aposta do Dancefloor – aliás, o festival tem uma forte política de aposta na qualidade dos DJ’s e produtores nacionais. Tivemos ainda Holly, que tem vindo a dar cartas por todo o mundo, tendo já atuado no Coachella e mais recentemente no NOS Alive, para além dos brasileiros Cat Dealers, Krewella, que vieram a Portugal pela primeira vez em 10 anos, assim como Sefa, produtor de Hardstyle que também ele se estreou em solo nacional.

 

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