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O Lille ocupa atualmente o 2° lugar no Campeonato francês de futebol, a Ligue 1, com 10 pontos, os mesmos que Toulouse e Marseille, e a cinco do líder o Paris Saint Germain. Um bom início de temporada para o clube do Norte da França que conta com cinco portugueses – Rafael Leão, Edgar Ié, Xeka, Rui Fonte e José Fonte.

No passado fim de semana o Lille venceu por 2-3 na deslocação ao terreno do Amiens com três jogadores portugueses a titulares – José Fonte, Xeka e Rui Fonte. De notar que a equipa do Norte da França conta ainda com mais dois atletas lusos no plantel – Rafael Leão e Edgar Ié.

O LusoJornal falou com o defesa central português de 34 anos, José Fonte (na esquerda na foto com o irmão Rui Fonte na direita), sobre o próximo encontro frente ao Nantes do Treinador luso Miguel Cardoso e sobre o início de temporada.

 

Como podemos antever esse duelo entre o Lille e o Nantes de Miguel Cardoso neste sábado 22 de setembro, pelas 17h00?

Jogo difícil para nós, mas que queremos ganhar como todos os jogos que disputamos. Vamos nos preparar da melhor forma para, em casa, com uma casa cheia e com o apoio dos nossos adeptos, fazer um grande jogo e dar uma grande alegria aos adeptos.

 

O segundo lugar é uma surpresa para si?

Para mim não é surpresa. Desde o primeiro dia em que cheguei, que vi realmente a qualidade que nós temos, e é enorme. A qualidade está cá apesar da equipa ser jovem. O Treinador tem experiência, tem muita qualidade, o staff técnico está a fazer um grande trabalho. Somos uma equipa organizada. Somos uma equipa agora com alguma experiência que faltava no ano anterior, e temos muitas soluções ofensivamente, o que é sempre importante. Somos perigosos ofensivamente, somos equilibrados no meio-campo. Temos jogadores que percebem os diferentes momentos do jogo. Somos uma equipa que está a crescer e que ainda não atingiu o seu máximo. Estamos a crescer de jogo para jogo, estamos a acreditar, e isso é o principal. Para se ganhar é preciso acreditar primeiro e os jovens estão a acreditar. Estamos a trabalhar todos os dias para ter sucesso e realmente isto não me surpreende.

 

Frente ao Amiens, os últimos minutos foram difíceis…

Por isso é que eu digo que ainda não somos o produto final. Triste e um pouco frustrado por termos sofrido dois golos sem necessidade num momento em que tínhamos o jogo completamente controlado. O ano passado foi o calcanhar de Aquiles da equipa, segurar os resultados na parte final dos jogos. Frente ao Amiens não foi o caso, mas sofremos sem necessidade. A partir do primeiro golo sofrido, e talvez com um pouco de cansaço, desequilibrámos um pouco a equipa e acabámos por ter um pouco de sorte graças ao nosso guarda-redes, Mike, que defendeu uma grande penalidade. Podíamos ter empatado este jogo sem necessidade. Há que aprender, tirar ilações deste jogo para não voltar a cometer os mesmos erros. Mas claro que saímos contentes, três pontos, segundo lugar, estamos na luta.

 

Como analisar o primeiro jogo do seu irmão, Rui Fonte?

Para o primeiro jogo, acho que foi um grande jogo. Foi como se estivesse na equipa há muito tempo. O entendimento com o Pépé, o Bamba e o Ikoné foi bom. Agora é aproveitar os jogadores que tem ao lado dele para ele também fazer golos.

 

 

 

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