Uma senha ser-lhe-á enviada por correio electrónico.

O Dijon recebe esta noite o Montpellier num jogo a contar para a 16ª jornada do Campeonato francês da primeira divisão de futebol, a Ligue 1.

Na tabela classificativa, o Dijon ocupa o 18° lugar com 15 pontos, enquanto o Montpellier está na 6ª posição com 23 pontos.

O Dijon conta com três atletas lusófonos: o avançado luso-guineense Mama Baldé, o avançado cabo-verdiano Júlio Tavares e o médio brasileiro Matheus Pereira, e também conta com o avançado venezuelano Jhonder Cádiz.

O LusoJornal falou com Jhonder Cádiz (na foto), ele que representou cinco clubes em Portugal: União de Madeira, CD Nacional, Moreirense, Vitória Setúbal e Benfica. Aliás o avançado de 24 anos foi emprestado ao Dijon pelo SL Benfica.

 

A frente de ataque é ‘lusófona’?

Entendemo-nos muito bem. Penso que ajuda o facto de falarmos português (ndr: com Mama Baldé e Júlio Tavares). Aliás o Júlio entende e também fala crioulo. Damo-nos muito bem, até nos treinos, e isso ajuda muito. As coisas correm bem entre nós.

 

Como tem sido a experiência em França, as temperaturas são diferentes daquelas de Portugal…

Frente ao Lille foi o jogo mais frio que apanhei até agora. Em Dijon, que é uma cidade muito bonita, até tento não sair muito para não apanhar tanto frio (risos). Dijon é uma excelente cidade que não fica muito longe de Lyon, nem de Paris. Estou bem e a minha família também.

 

Frente ao Lille, a equipa sofreu uma derrota por 1-0, que analise podemos fazer desse encontro?

Foi um jogo difícil frente a uma equipa que disputa a Liga dos Campeões. É sempre complicado defrontar estas equipas. No entanto, eu, por exemplo, tive a oportunidade nos meus pés de fazer o empate, mas a bola bateu na trave. São coisas que acontecem num jogo. O importante agora é pensar no próximo encontro. Temos de continuar a trabalhar e virar a página.

 

O Lille foi superior ao Dijon?

Não foram superiores. O nosso treinador preparou muito bem o jogo taticamente. Estávamos bem posicionados. Sofremos um golo numa grande penalidade, que resultou de uma disputa de bola. O nosso jogador tentou chegar à bola, mas o atleta do Lille pôs o pé à frente, e houve contacto. Mas repito, não vi muitas diferenças entre a equipa do Lille e a nossa. Viemos para ganhar o jogo, não conseguimos, e eles conseguiram conquistar os três pontos, nada mais.

Gostou deste artigo? Vote, participe!
Votação do Leitor 1 Voto
10.0
X