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O Governo português expressou ontem à tarde profundas condolências pela morte ontem de três soldados franceses no Mali atingidos por um engenho explosivo.

“O Governo português manifesta total solidariedade ao Governo da França, em reconhecimento do papel essencial do seu contributo para a estabilização do Mali e da região do Sahel” diz uma nota do Ministério dos Negócios Estrangeiros.

O Ministério de Augusto Santos Silva acrescenta que “o Governo português condena veementemente qualquer ato terrorista e reitera o seu apoio aos esforços internacionais de combate ao terrorismo”.

Entretanto, após seis meses integrados na Missão Multidimensional Integrada das Nações Unidas para a Estabilização do Mali (MINUSMA), 49 militares da Força Aérea Portuguesa e a aeronave C-295M, regressam na próxima quinta-feira, dia 31 de dezembro, a Portugal.

Os restantes 14 militares, que perfazem um total de 63 que compuseram a força, regressam no próximo dia 5 janeiro.

Durante os seis meses, esta Força Nacional Destacada assegurou, para além das missões de transporte aéreo tático e de Reconhecimento Aéreo dentro do Mali, a segurança 24/7 do Campo Bifrost e de todas as deslocações, terrestres e aéreas, dos militares nacionais no Mali.

Foram realizadas missões de transporte, quer de carga quer de pessoas, maioritariamente em suporte da cadeia logística das unidades da MINUSMA no território do Mali e transporte de militares de outros contingentes. Os militares portugueses foram, ainda, várias vezes chamados a efetuar evacuações médicas, o que implicou a prontidão para, a qualquer momento, ir buscar um doente ou ferido que necessitasse de ser transferido para uma unidade de saúde com cuidados diferenciados.

 

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